Just another Brazilian Student in Ireland

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Este blog foi feito para compartilhar a minha aventura na Irlanda, terra da cerveja Guinness, U2, Leprechauns e muitos intercambistas brasileiros também !

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França – Paris – Torre Eiffel

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que tudo bem ! Mais um dia que se passa e mais um post que chega. Vou terminar de contar como foi nosso passeio por Paris que se encerrou no domingo (31-09) com a visita a famosíssima Torre Eiffel. Antes de mais nada também gostaria de dizer que Dublin continua fria e chuvosa como sempre e a rotina continua a mesma entre trabalho-casa-aula-cama.

Voilà, o nosso domingo começou bem cedo afinal era nosso último dia em Paris, e como passou rápido diga-se de passagem, e para iniciar o dia por ironia deixamos para visitar o local mais próximo do nosso hotel por último. A Basílica do Sagrado Coração ficava a menos de 200 metros de caminhada do hotel. Ah, antes que eu me esqueça, se você estiver visitando Paris e não estiver afim de carregar uma fitinha no braço simplesmente seja firme e recuse, mas se estiver de bom humor ou quiser fazer uma doação é só passar próximo aos africanos que se situam em frente a Basílica, e não dê apenas um euro, a princípio é de graça mas depois… eles tem até troco para 50, rs!

Mas falando da basílica…

Basílica Sagrado Coração

basílica do Sagrado Coração (em francês, basilique du Sacré-Cœur) é um templo da Igreja Católica Romana em Paris, sendo, também, o símbolo do bairro de Monte Martre. A basílica está localizada no topo do monte Martre, o ponto mais alto da cidade. A basílica do Sagrado Coração foi construída com mármore travertino extraído da região de Seine-et-Marne, o que lhe proporciona uma tonalidade branca.

Um dos monumentos mais visitados da França, a basílica tem o formato de cruz grega adornada por quatro cúpulas, incluindo a cúpula central de oitenta metros de altura. Na abside, uma torre serve de campanário a um sino de três metros de diâmetro e de mais de 26 toneladas.

A arquitetura da basílica é inspirada na arquitetura romana e bizantina e influenciou outros edifícios religiosos do século XX.

Nós tivemos sorte de chegar um pouco mais cedo e conseguimos visita-la com calma, depois das 11hrs da manha havia uma fila imensa se formando em frente a porta da igreja, dentro da igreja é proibido tirar fotos, mas tem aqueles que o fazem mesmo assim embora tenha seguranças que revistam suas coisas na entrada.Ela impressiona do lado de fora mais do que do lado de dentro na minha opinião, é possível também ter uma boa visão da cidade e tem um bondinho que te leva lá para baixo novamente.

Vamos subir? – Segundo andar Torre Eiffel

O próximo passo era a tão aguardada Torre Eiffel. Reservamos os tickets com antecedência, cerca de 2 semanas antes consegui encontrar ainda pela internet  no horário que queríamos. Domingo, 12h30, o ticket para adulto custa 14 euros e te dá o direito de ir até o topo ( summit ), 12,50 para estudante. E vou ser síncero com vocês se  nós não tivessemos comprado pela internet teríamos amargado 2-3 horas na fila só para pegar o primeiro elevador que te leva até o segundo andar. No segundo andar é preciso trocar de elevador para o terceiro e último andar. Aí vai outra dica, não faça como nós que queríamos levar champagne de garrafa de vidro lá em cima, há revista nas mochilas e eles não autorizam subir, talvez com garrafas plásticas, não sei ! Mas deixamos escondido atrás de uma moita e quando descemos ainda estavam lá as 2 garrafas de champagne… rsrsrs.

A vista do segundo andar já é excelente, há bem mais espaço para caminhar, tem uma espécie de lanchonete com preços praticados em Paris, ok talvez um pouquinho acima da média, mas ainda assim não tão abusivos como no Chateau de Versailles. Há uma outra fila imensa para ir para o terceiro andar, tanto para subir como descer, calcule em média 20-30 minutos de espera. Mas chegar lá é um sonho realizado, afinal quantas e quantas vezes já vi pela televisão, foto, jornal, revista. Estavamos nós no topo do mundo, pelo menos naquele momento. O mundo fica pequeno, literalmente, afinal são 200 e tantos metros de altura, o arco do triunfo parece um lego encaixado no meio de Paris, o Trocadero também, O Louvre olhando lá de cima… nem é tão grande assim, rs !

Tá vendo, o Arco do Triunfo nem é tão grande assim !

Rio Sena visto do segundo andar.

OK, nem tudo é perfeito, 10 euros por 100 ml de champagne não é nada romântico e as grades mais disputadas do mundo para se tirar foto também não são tão glamurosas, é como uma lata de sardinha lá em cima, mas ainda assim é Paris !!! Com certeza estou brincando e falando a verdade ao mesmo tempo, o que vale é curtir o momento, afinal esse é mais um desse meu e porque não nosso intercâmbio.

Acho que passamos umas 3 horas por lá, diria que 40 minutos em fila, seja pra usar o banheiro ou para pegar o elevador, portanto reservem uma manha, ou uma tarde da sua visita à Paris só para a torre Eiffel.

Depois fomos comer algo, pegar as mochilas no hotel e entre esse vai e vem, pega metro, desce escada, sobe escada, já era hora de voltar para casa, nossa boa e fria Dublin estava nos esperando. E esse foi mais um passeio na companhia de vocês leitores. Abraços a todos e até a próxima…..

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França – Paris – Palácio de Versalhes

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que tudo bem !!! Aqui em Dublin o frio está cada vez mais intenso com dias com máximas entre 12 e 13 graus e mínimas entre 3-6 graus o que já é bem frio se considerarmos que estamos ainda no outuno, acho que o inverno vai vir com força total esse ano ! Bom mas continuando a contar sobre como foi nosso passeio em Paris, a bola da vez no segundo dia foi como o título do post sugere – o Palácio de Versalhes ou Château de Versailles.

Ao fundo o Palácio de Versalhes

Saindo do hotel pegamos o metro com destino a Saint Michel, de lá basta pegar o RER (trem) linha C e descer normalmente na última estação, leva cerca de 30-40 minutos.A entrada para o Palácio custa 15 euros e para os jardins 8,50, chegamos por volta das 11 da manha e havia uma fila enorme para comprar tickets, para cortar essa fila e nao disperdiçar seu tempo compre os tickets direto da máquina. Há a opção de comprar o passaporte que custa 25 euros e dá direito também a ver os aposentos de Maria Antonieta.Porém, antes de mais nada é claro gostaria de compartilhar com vocês informações sobre o local que podem ser facilmente encontradas no site wikipedia:

Palácio de Versalhes (em francês: Château de Versailles) é um castelo real localizado na cidade de Versalhes, uma aldeia rural à época de sua construção, mas actualmente um subúrbio de Paris. Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até a família Real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França.

Sala dos espelhos

Em 1660, de acordo com os poderes reais dos conselheiros que governaram a França durante a menoridade de Luís XIV,foi procurado um local próximo de Paris mas suficientemente afastado dos tumultos e doenças da cidade apinhada. Paris crescera nas desordens da guerra civil entre as facções rivais de aristocratas, chamada de Fronde. O monarca queria um local onde pudesse organizar e controlar completamente um Governo da França por um governante absoluto. Resolveu assentar no pavilhão de caça de Versalhes, e ao longo das décadas seguintes expandiu-o até torná-lo no maior palácio do mundo. Versalhes é famoso não só pelo edifício, mas como símbolo da Monarquia absoluta, a qual Luís XIV sustentou.

Considerado um dos maiores do mundo, o Palácio de Versalhes possui 2.153 janelas, 67 escadas,352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque.É um dos pontos turísticos mais visitados de França, recebe em média oito milhões de turistas por ano e fica a três quarteirões da estação ferroviária. Construído pelo rei Luís XIV, o “Rei Sol”, a partir de 1664, foi por mais de um século modelo de residência real na Europa, e por muitas vezes foi copiado.

Vista para os jardins ! Ficou parecendo desenho, mas não é…

Incumbido da tarefa de transformar o que era o pavilhão de caça de Luís XIII, no mais opulento palácio da Europa, o arquiteto Louis Le Vau reuniu centenas de trabalhadores e começou a construir um novo edifício ao lado do já existente. Foram assim realizadas sucessivas ampliações – apartamentos reais, cozinhas e estábulos – que formaram o Pátio Real.

Le Vau, não conclui as obras. Após sua morte Jules Hardouin-Mansart tornou-se, em 1678, o arquiteto responsável por dar continuidade ao projeto de expansão do palácio.Foi quem construiu o Laranjal, o Grande Trianon, as alas Norte e Sul do Palácio, a Capela e a Galeria de Espelhos (onde foi ratificado, em 1919, o Tratado de Versalhes). A última, trata-se de uma sala com 73m de comprimento, 12,30m de altura e iluminada por dezessete janelas que têm a sua frente, espelhos que refletem a vista dos jardins.

Em 1837 o castelo foi transformado em museu de história.O palácio está cercado por uma grande área de jardins, uma série de plataformas simétricas com canteiros, estátuas, vasos e fontes trabalhados, projetados por André Le Nôtre.Como o parque é grande, um trem envidraçado faz um passeio entre os monumentos.

Será que essa cama é antiga? Não deu para ficar observando muito o cheiro de poeira estava demais…

O detalhamento é impressionante, desde os cantos das paredes até o lustre, tudo tem um requinte. O palácio em minha opinião foi uma visita muito mais interessante que a do Louvre por exemplo, me senti novamente um jogador de RPG medieval( jogo de interpretação de personagem). O lado de fora já deixa qualquer um boquiaberto com o tamanho, grandiosidade e imponência e dentro realmente você viaja e fica imaginando todos aqueles banquetes reais,festas,entre outros monarcas, nobres, reis e rainhas que quer queira quer não deixaram um legado para os franceses e para o mundo seja às custas da população ou não, há de se admitir que é um patrimônio cultural.

Os jardins também não deixam por menos, são enormes e muito bem trabalhado, com certeza o custo de manutenção dever ser altíssimo, mas por outro lado deve gerar muitos empregos ! São fontes, estátuas, flores, arvores, verde e mais verde espalhados até onde os seus olhos conseguem enxergar. Passar um dia inteiro percorrendo o local ainda seria pouco para cobrir toda a área.O único ponto baixo talvez seja o preço de alimentação, uma vez que se está lá dentro é pegar ou largar visto que se tens intenção de passar um bom tempo por lá precisa se alimentar e descansar as pernas de tempos em tempos. Mas com certeza é uma experiência única.

Já eram lá pelas 4 da tarde quando resolvemos ir embora e a nossa próxima parada foi em frente ao Arco do Triunfo, mais um cartão postal parisiense! Pra ser síncero não imaginava que o local era tão grande e que havia a possibilidade de subir no seu topo( fiquei sabendo apenas algumas semanas antes de viajar à Paris). São 12 avenidas que saem dali e o trânsito é caótico afinal não há semaforos e a regra apenas é ir para a direita!!!!

Parece que esses jardins não tem fim….

Arco do Triunfo (francês: Arc de Triomphe) é um monumento, localizado na cidade de Paris, construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Em sua base, situa-se o Túmulo do soldado desconhecido (1920). O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, uma das duas extremidades da avenida Champs-Élysées.

A galera reunida em frente ao Arco do Triunfo

Depois de algumas fotos nos dirigimos a ponte Alexandre III  que atravessa o rio Sena em Paris. Faz parte do conjunto arquitetônico formado pelo Grand Palais e Petit Palais, limita-se ao norte pela avenida Champs-Élysées e é por vezes considerada uma das mais emblemáticas pontes de Paris. Foi construída entre 1896 e 1900.A ponte é decorada com querubimninfas e cavalos alados nas extremidades. Foi nomeada após a aliança Franco-Russa feita pelo czar Alexandre III em 1892. Seu filho Nicolau II lançou a pedra fundamental em Outubro de 1896.

Ponte Alexandre III

Voltamos ao hotel para dar uma descansada e comer alguma coisa afinal ninguém é de ferro, não é mesmo? Reservamos a noite para passarmos em frente ao Moulin Rouge, o famoso cabaré ! E depois tirarmos umas fotos da Basílica do Sagrado Coração iluminada. E assim acabou nosso segundo dia de passeio já exaustos porém ansiosos pelo domingo afinal estaríamos subindo na Torre Eiffel, algo que vimos pela televisão, fotos, revistas, jornais e nesse dia seríamos nós concretizando nossos sonhos, bom tenham uma boa leitura, deixem vosso comentário e até a próxima ! Espero que gostem…

Basílica do Sagrado Coração ou Sacre Coeur

França – Paris – Conhecendo o Louvre

Olá pessoal, tudo bom? Espero que sim! Volto novamente ao blog mas dessa vez não tanto tempo depois do último post. Dublin continua a mesma só que mais fria, rs! O trabalho vai bem obrigado e os estudos, bem os estudos deixa pra lá…. Bom como vocês podem ver dessa vez o nosso destino foi Paris a cidade luz, capital da França de Napoleão Bonaparte, Luix XIV, Maria Antonieta, Bastilha, Versalhes, Louvre, Arco do Triunfo e tantas outras atrações !!!

Como não sou grande conhecedor de história e muito menos de arte, vou me ater mais aquilo que vimos e colocar aqui as minhas impressões sobre a cidade, claro que para não passar em branco também vou dar um copiar + colar no wikipedia e colocar as informações mais relevantes sobre os locais que visitamos.

Em primeiro lugar gostaria de dizer que viajamos de RYANAIR, hahaha, é novamente a boa e velha companhia low cost ( baixo custo) e pagamos na faixa dos 50 euros o trecho de ida e volta. OK o preço é razoável mas levando em consideração que eles nos deixam no aeroporto de Beauvais ( leia-se Bovô) e o preço de lá até Paris são 15 euros por trecho 77 km de distância e mais ou menos 1h15 de ônibus, então de repente vale a pena pagar um pouco mais caro na passagem pela Aer Lingus e descer no aeroporto Charles de Gaule mais próximo de Paris.

Chegamos em Paris por volta das 11h30 da noite e ficamos hospedados na região de Montmatre ( corrijam-me os nomes em francês se quiserem afina não vou ficar pesquisando tim tim por tim tim) onde está situada a basilíca do Sagrado Coração ou Sacre Coeur. Luxia Hotel. Com relação ao lugar em si ouvi muitas pessoas em fóruns dizendo que é uma área perigosa de Paris. Bom no meu ponto de vista em toda Paris deve-se ficar atento ao ladrões de carteira, aliás vou comentar sobre os diversos tipos de maneiras que o pessoal tem por lá para tentar levar nosso dinheiro. Como estavámos em 5, dois casais e mais um amigo, não tivemos problemas algum, mas acho que para mulheres viajando sozinhas ou desacompanhadas da presença masculina talvez há locais mais seguros para se ficar. O café da manha é basicão mas acho que é o praticado na maioria dos lugares, croissant + nutella ou geléia e café/suco de laranja/chá.

Na sexta-feira pela manha quando começamos nosso passeio, nossa primeira parada foi na Catedral da Nossa Senhora ou Notre Dame. Uma belíssima igreja tanto por dentro quanto por fora, milhares e milhares de pessoas a visitam todos os dias. Não subimos no topo pois iriamos fazer o Free tour que começava as 11 da manha, então reservamos o nosso tempo para algumas fotos e para entrar na igreja. Para os que gostam de ler…

Catedral de Notre-Dame de Paris é uma das mais antigas catedrais francesas em estilo gótico. Iniciada sua construção no ano de 1163, é dedicada a Maria, Mãe de Jesus Cristo (daí o nome Notre-Dame – Nossa Senhora), situa-se na praça Parvis, na pequena ilha Île de la Cité emParis, França, rodeada pelas águas do Rio Sena.

Catedral de Notre Dame

Curiosidades

  • Na praça Parvis, em frente à fachada ocidental da catedral, encontra-se no pavimento uma placa de bronze que representa o marco zero a partir do qual todas as distâncias das estradas nacionais francesas são calculadas.
  • Na catedral existem quase duzentos vitrais, alguns entre os maiores construídos na História.
  • Perto da catedral, existe a Igreja de São Julião o Pobre, uma igreja greco-católica melquita.
  • No interior da Catedreal, encontra-se a estatua de Santa Joana d’Arc.

Vitrais da catedral de Notre Dame

Fachada da catedral

Como eu havia dito, fizemos o tour gratuito com um guia chamado Arnaud. Acho que ele é americano, não tenho certeza. Foi muito interessante afinal de que adianta passar em diversos locais e apenas tirar fotos sem saber a razão daquilo estar ali ou qual a importância de determinada construção, obra, obeslico, praça para a comunidade local. Dentro os diversos locais que passamos vou contar-lhes as histórias mais interessantes que ele nos passou.

Pont Neuf

Pont Neuf – Ponte nova

Conhecida como Ponte Nova, apesar de ser a mais antiga de Paris das que cruzam sobre o rio Sena, teve seu ínicio 1578 e foi concluída apenas em 1607 no reinado de Henrique IV. O fato interessante são as faces esculpidas na ponte. Reza a lenda que o rei quis inaugurar a ponte em grande estilo, e ele era uma pessoa que não economizava nas festa, portanto, convidou toda a nobreza francesa e ofereceu um banquete gigantesco e bebida liberada no melhor estilo open bar, todos ficaram extasiados e beberam até acabar sua adega, então como era um dia festivo ele resolveu distribuir seus champagnes que foram todos bebidos também. Eis então que ele chamou seu desenhista e pediu que retratasse o rosto de seus convidados para que todos pudessem lembrar desse dia memorável. No outro dia ele acordou e ao invés de guardar os retratos resolveu mandar que fossem esculpidos na ponte… ok não sei contar com as mesmas palavras que o guia mas foi mais ou menos assim que aconteceu… há mais de 500 anos atrás.

Bom acho que vale a pena o tour, que além de ser gratuito (claro que no final é de bom tom dar uma gorjeta ao guia que por sinal vive disso) conta um pouco de cada lugar afinal cada esquina de Paris e quiça da Europa tem uma aula de história inserida em suas fundações, quer queira ou não ! O tour é todo feito a pé, são 3h30 de caminhada, claro que parando para fotos e um break de 15 minutos para usar banheiro e um lanche rápido. Já havíamos feito em Edimburgo o mesmo tour e o de Paris não deixou por menos. Quem quiser mais informações pode dar uma conferida no site deles… http://www.newparistours.com/

Nossa próxima parada era o Museu do Louvre..

Museu do Louvre

Museu do Louvre (Musée du Louvre), instalado no Palácio do Louvre, em Paris, é um dos maiores e mais famosos museus do mundo. Localiza-se no centro de Paris, entre o rio Sena e a Rue de Rivoli. O seu pátio central, ocupado agora pela pirâmide de vidro, encontra-se na linha central dos Champs-Élysées, e dá forma assim ao núcleo onde começa o Axe historique (Eixo histórico).

Museu do Louvre à noite, destaque para a pirâmide iluminada, fascinante!

É onde se encontra a Mona Lisa, a Vitória de Samotrácia, a Vénus de Milo, enormes coleções de artefatos do Egito antigo, da civilização greco-romana, artes decorativas e aplicadas, e numerosas obras-primas dos grandes artistas da Europa como Ticiano, Rembrandt, Michelangelo, Goyae Rubens, numa das maiores mostras do mundo da arte e cultura humanas. O museu abrange, portanto, oito mil anos da cultura e da civilização tanto do Oriente quanto do Ocidente.

O Louvre é gerido pelo estado francês através da Réunion des Musées Nationaux. É o museu mais visitado do mundo, recebendo em 2011 8,8 milhões de visitantes.

Tendo dito isso, vou contar a minha versão da história. Bom o guia nos recomendou que descessemos na estação de metrô Museu do Louvre, já li e conferi com meus próprios olhos que a fila é realmente imensa, afinal centenas se aglomeram em frente àquela pirâmide, que por sinal foi em 1983 que o presidente francês François Mitterrand propôs um plano o Grand Louvre a fim de renovar o prédio e transferir o Ministério da Fazenda, permitindo que exibisse todo o edifício. O Arquiteto I. M. Pei foi premiado com o projeto e propôs uma pirâmide de vidro para o pátio central.A pirâmide e seu átrio subterrâneo, foi inaugurado em 15 de outubro de 1988. A segunda fase do plano do Grand Louvre, La Pyramide Inversée (A Pirâmide invertida), foi concluída em 1993. A partir de 2002, o atendimento dobrou desde a sua conclusão.

Museu do Louvre

Saímos da estação do metrô e já adentramos as dependências do Louvre, há um shopping localizado antes da entrada do museu propriamente dito. Eu não havia comprado os tickets pela internet, comprei ali mesmo na hora, sem fila nem burocracia, 10 euros ! A Ivana apenas mostrou o passaporte e entrou gratuitamente afinal todo e qualquer pessoa que resida na Europa e tenha menos de 26 anos de idade não precisa pagar. Mas não fiquem tristes pois quem for a Paris e quiser visitar o Louvre de graça pode fazê-lo toda sexta-feira à noite após as 6 da tarde( o museu fecha somente as 10 da noite ).Não pegamos fila nem nada, compramos os tickets e entramos na boa, acho que foi ótima dica que tivemos!

Não vou ser repetitivo e dizer que o museu é enorme, ops, já disse, aliás é gigantesco, mas relembrando as palavras do nosso guia que é apaixonado por arte, quadros, pinturas, esculturas, história, etc, museus são locais que devem ser apreciados por 2 horas, 3 horas no máximo, depois se torna algo cansativo e a visita se torna improdutiva. Então meu conselho de antemão, vá preparado para andar, escolha 5 coisas que realmente queira ver e assim vai otimizar seu tempo e fazer da sua visita algo mais proveitoso e agradável.

Em se tratando da Monalisa, vimos a famosa pintura de Leonardo da Vinci, sinceramente é menor do que eu pensava e ao vivo ali é difícil para e contemplar a obra afinal são pessoas e mais pessoas se aglomerando para conseguir uma foto ao lado da mesma. É aproximar-se tirar a sua foto e sair, a pintura fica a cercada por uma faixa de segurança e protegida por um vidro.

The Mona Lisa

Monalisa de Leonardo da Vinci

Olha, andamos andamos e andamos e não sei se vimos nem 10% do que o museu oferece aos visitantes, é muita coisa ! Acho que talvez uma semana seria pouco para poder apreciar todas as obras com o devido tempo e prestar atenção nos detalhes. E como eu disse após 2-3 horas vai se tornando algo cansativo e chega uma hora que não aguentamos olhar pra mais nada, é um sentimento estranho! Com certeza vale a pena a visita e o preço é bem convidativo visto que é um dos maiores museus do mundo, senão o maior.

Torre Eiffel

Nossa última parada foi na Torre Eiffel, é claro que não podia faltar ! E a noite ela se revela muito mais bonita, com show de luzes a cada 1 hora é um espetáculo à parte, ficamos encantados, ela é enorme, nesse caso bem maior do que eu imaginava, mas como ela é por dentro só vou contar pra vocês no último capítulo dessa história. Entre o dia e a noite, eu diria que prefiro a torre Eiffel iluminada, é muito mais charmosa e romântica. Vale a pena ficar parado contemplando, bater quantas fotos quiserem, abrir um champagne e celebrar afinal você está em Paris.

Agora vai minhas dicas quanto às precauções que se deve tomar por lá. São coisa que eu eu meus companheiros de jornada pudemos acompanhar e que talvez sirva para quem um dia tiver intenção de passar por lá.

  • Cuidado com os ladrões de carteira. Metrô, museus, atrações turistícas são sempre locais de grande aglomeração, especialmente em Paris, mantenha bolsas e documentos importantes na parte da frente em um local no qual você possa estar de olho.
  • Em Paris há diversas pessoas com tabuletas pedindo doações para instituições de caridade, segundo nosso guia essas pessoas estão aplicando um golpe, elas contam lhe uma história triste, pedem que você assine teu nome e faça uma doação com a quantia que puder só que o dinheiro vai apenas para seus próprios bolsos.
  • Há também em diversos locais pessoas oferecendo fitinhas para colocar no teu braço, a princípio é de graça mas depois eles pedem dinheiro para café, lanche e ficam bravo se você não der, trabalham em grupo e normalmente apanham seu braço de sopetão.

Bom não que seja algo de outro mundo mas depois de alguns dias por lá torna-se algo cansativo então vai a dica se estiveres a fim de evitar tais importunações.Acho que vou ficando por aqui, já escrevi demais e já está quase na hora de ir trabalhar, assim que possível volto com o segundo dia de visita a Paris e mais fotos. Au Revoir !

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Grécia – Zakynthos – De volta à realidade

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que bem ! Após mais um período de abstinência( rs ) estou de volta para terminar a novela grega que começou em agosto. Aqui na Irlanda as coisas continuam iguais, frio, vento, trabalho-casa-trabalho, de vez em quando um almoço na casa dos amigos, um cineminha no final de semana, afinal depois que acostumamos com o local as coisas acabando tornando-se rotineiras, não é mesmo? Mas não que isso seja chato ou tedioso, apenas o rumo natural dos acontecimentos.

Laganas Beach

Mas continuando… Onde foi mesmo que parei? Ah é, então, o nosso último dia em Zakynthos, com as motocas já consertadas, maisoumenos, resolvemos ir ao lado sudoeste da ilha, saímos um pouco tarde e fomos em direção à praia mais badalada da ilha, frequentada pelos jovens e aqueles que gostam da noite. Laganas Beach, sim se você for a Zakynthos e gosta de muita agitação, festa, McDonalds, KFC, barulho, etc, esse é o lugar apropriado. Os locais não gostam da praia, dizem que é a mais suja e que tem muitas brigas. Pelo que vimos, realmente é mais “suja” que as outras em que estivemos, mas a água cristalina é a mesma das outras.

Foi ali também que experimentamos o que nós chamamos de churrasquinho grego, ou pita gyros, não sei se é de origem grega mas tem espalhado por toda parte e é muito bom.

Marathias Beach – montanhas, pedras, céu azul e muito calor

Seguindo em frente, aliás e bota frente nisso, afinal era uma reta sem fim, eis que acaba a nossa gasolina(hahahaha), pois é! E não foi por descuído nosso, havíamos deixado as motocas pro conserto, só que eles trocaram, nos deram outra e sem gasolina, sem vergonhas ! Mas fazer o que né? Os nossos amigos voltaram e buscaram na famosa garrafinha pet, é o jeitinho brasileiro na Grécia….

Fomos até a praia conhecida como Marathias Beach, uma praia um tanto quanto isolada, totalmente diferente de Laganas, não só pelo agito mas também porque a praia é de pedrinhas e fica fundo bem mais próximo, diferentemente de Laganas onde podíamos caminhar 50 metros mar adentro. Local muito bonito, impressionante também, um pouco parecida com a praia de Xigia, mas maior, com uma faixa de areia maior. O fato engraçado ficou pelo nossos amigos que não conseguiram subir o morro com a motoca que desligou na metade do caminho. O caminho é sinuoso e muito mas muito íngreme, portanto se um dos passageiros, assim digamos exceder um pouco o peso, o jeito é fazê-lo caminhar e o outros de menor peso guiar a motoca até o cume…. hahahaha

Marathonisi island – ilha de Marathonisi, a vista do avião é fantástica e foi uma aventura e tanto chegar até lá com o nosso barquinho

O ponto alto do nosso dia ainda estava por vir, afinal por 45 euros alugamos um barco por 2 horas. Sim isso mesmo, um barco, pequeno é claro, porque? Para chegarmos até Marathonisi, uma ilhota que fica a alguns kilometros da ilha de Zakynthos precisávamos de um barco e também pela curiosidade.  Um local com uma beleza inexplicável também, as águas cristalinas não precisam ser citadas, azuis ou verdes, praia com areia porém o mar com pedrinhas, machuca um pouco para caminhar. OK, mas a diversão mesmo ficou pelo barco, logo que chegamos o primeiro desafio foi ancorar, primeiro pensamos que poderíamos ancora-lo no porto principal, ledo engano. Um italiano começou uma gritaria sem fim conosco, achando que soubéssemos o que ele estava dizendo, segundo que não tínhamos noção do que fazer e terceiro que o vento estava jogando nosso barco contra o porto, no final das contas ligamos o barco de novo e conseguimos coloca-lo na praia e prende-lo na areia.

Praia de Marathonisi – ao fundo a ilha de Zakynthos

Eu particularmente tenho medo de altura e de alto-mar, primeiro porque não sei voar, segundo porque não sei nadar, justifica-se não? Devido a este fato não aproveitei tanto esse passeio, afinal na hora de volta o vento estava contra nosso barco e parecia que íamos tombar a qualquer momento, certo podem rir mas pelo menos não tenho medo de injeção !!! Valeu a experiência…

Por fim, no final da noite ainda demos uma voltinha pelo centro de Zakynthos, mas nada que realmente mereça algum comentário, os atrativos são mesmo as praias, a beleza natural, o calor, a culinária, a aventura, a diversão. Com certeza vou levar essa viagem pro resto de minha vida e o gosto de quero mais sempre irá permanecer, uma semana diria que foi o suficiente, mas com certeza 10 dias ou duas semanas seriam muito melhor.

Acho que é isso galera, fiquem com mais fotos e se precisarem de informações sintam-se à vontade para perguntar, deixem seus comentários e até a próxima…. ou melhor Au revoir !

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Grecia – Zakynthos – Aventurando-se pela ilha

Ola pessoas, tudo bem com voces? Espero que sim ! Bom aqui em Dublin estamos na velha rotina de sempre, casa-trabalho-casa, final de semana um cineminha aqui, acolá e de vez em quando um almoço ou janta entre amigos. O tempo não contribui muito mesmo no verão, que alias já esta se despedindo e dando lugar ao outono, já começa a se tornar visível a queda das folhas das arvores e os dias estao ficando mais curtos !!! Vamos ver o que vai acontecer nesse próximo inverno, mas nos já vamos ter fugido daqui… rsrsrs!

Quads – ou quadriciclos, basta acelerar e frear

Enfim, continuando a contar sobre nosso passeio pela ilha grega de Zakynthos, nos nossos dias restantes de passeio, ou seja, quarta, quinta e sexta decidimos alugar um carro. A Ivana, nossa única motorista com carteira não havia trazido sua carteira internacional de habilitação, havia deixado em Dublin, entre idas e vindas eis que decidimos alugar os “quads”, quadriciclos e fomos explorar a ilha. Ai vocês me perguntam, mas e quem dirigiu? Então, as coisas por la sao bem sossegadas, não tem fiscalização e acho que pelo bem do turismo também os policiais pouco atuam ou autuam, me perdoem o trocadilho, rs ! Eu e meu flatmate pegamos as motocas envenenadas, botamos as prendas na garupa e saímos sem destino, rsrs. Mentira, na verdade a Ivana começou dirigindo, mas ela andou menos de 500 metros e subiu em cima da calcada quase nos “matou”, eu que não sou louco, tratei de aprender ali na hora mesmo e assumi a direção, afinal e só acelerar e frear, sem marchas, muito simples. O aluguel ficou 60 euros se não estou enganado, pelos 3 dias e o dono da local onde alugamos as quads colocou as duas no nome da Ivana, afinal era a única que possuía habilitação, no final ele ainda ficou impressionado que queríamos os capacetes.

E assim sendo, os destemidos viajantes que mais pareciam estar andando em um velotrol motorizado seguiram em direção as praias do sul da ilha, sudeste para ser mais exato.Para não dizer que fomos sem destino, no dia anterior havíamos ido ao pub e levado o laptop e pesquisado as praias mais interessantes para podermos fazer nossas paradas, entrar na água, nos refrescarmos e bater fotos, como sempre 1001 poses diferentes para agradar as patroas.

Não vou me recordar o nome dessa praia, foi mais para fazermos um lanche e seguirmos adiante, mesmo assim valeu a parada.

Nossa primeira parada foi em uma praia meio que deserta, fizemos um lanche por la e seguimos em direção a praia conhecida como Banana Beach, uma grande extensão de areia, no começo algumas pedrinhas mas depois somente areia e a possibilidade de caminhar mar adentro por um bom pedaço, muitos jovens nessa praia e praticantes de esportes aquáticos, jet-skis, banana-boats, barcos, etc.

Banana Beach – areia que torrava os pés

O próximo destino foi a praia chamada St. Nicholas Beach, uma das praias que mais gostamos, muito bonita, uma faixa de areia menor, porem pessoal praticando uma especie de badmington na areia ou raquetebol ou seja lá o que for, som rolando, águas cristalinas como sempre, uma cenário um pouco diferente, já algumas montanhas o que deixava ainda tudo mais bonito.

St. Nicholas Beach

Por fim, na quarta feira, chegamos ao ponto extremo da ilha, Gerakas, onde as tartarugas põem seus ovos, local de preservação, uma praia mais deserta e mais procurada por aqueles que querem relaxar e/ou flagrar alguma tartaruga marinha. O agito ficou lá pra trás nas outras praias. E nisso voltamos exaustos, mas realmente feliz com o que vimos. Sem duvida foi uma boa pedida.

Gerakas beach

Na quinta-feira nosso passeio foi um tanto quanto curioso, decidimos conhecer o lado nordeste, norte e noroeste da ilha. Começamos bem cedo e nossa primeira parada foi Alyke-Alykanas, praias de águas azuis, com algumas ondas, o que diferencia um pouco das outras praias nas quais ainda não havia observado nenhuma onda. Praia movimentada, mas também com possibilidade de se caminhar bastante mar adentro com água bem rasa.

Alykes-Alykanas

Cenário de tirar o fôlego!

Continuando nossa aventura, começamos a subir e bota subida nisso, o lado oeste da ilha e formado por penhascos e mais penhascos, praias inacessíveis e paisagens belíssimas, contraste de cores, o azul do céu se confunde com o do mar e o contorno das montanhas verdes ou amarelas devolvem um pouco da noção de realidade aos nossos olhos, ao mesmo tempo que íamos subindo íamos contemplando uma beleza sem tamanho. Um pouco apos o meio-dia chegamos a praia de Xigia, esta que já citei no post anterior que possui propriedade medicinais e tem o tal cheiro de enxofre. Antes porem, fizemos uma boquinha em um restaurante desses caseiros, beira de estrada, ali perdido no meio do nada que ninguém daria um vintém, ledo engano. O local estava praticamente vazio, escolhemos as mesas, as meninas pegaram as famosas greek salads ( saladas gregas que contem, alface, tomate, azeitonas pretas, queijo feta e pimentão) , eu escolhi um frango a moda da casa, muito bem temperado, muito bom, no final ainda recebemos uma melancia cortadinha e gelada como tinha de ser, comemos ate explodir por um preço bem generoso, não ficou mais do que 10 euros por pessoa contando com as bebidas.Mas voltando a praia, o local e totalmente íngreme, as motocas deixamos no topo do abismo, haha e depois descemos e descemos e foi onde fizemos essa foto.

Xigia beach

Xigia Beach – essa parte da praia só tinha como acessar nadando ou de barco

Mas ainda não havíamos chegado, ha uma escadaria enorme de onde se da acesso a praia. Totalmente constituída de pedras, mas uma visão muito bonita, uma estreita faixa de areia, algumas cadeira com guarda-sol para locação, eu diria que mais do que 40 pessoas e o suficiente para deixar o local lotado. Diferentemente das outras praias não tem como ir mar adentro se você não sabe nadar, a praia em si é acessível , o lado sul, mas o lado norte somente alugando um barco ou ir nadando ate la. O legal e levar um óculos de mergulho e observar a fauna marinha visto que a água e quase transparente.

Na beira do penhasco

Opa, será que coloquei o foco no lugar errado?!

Passado um tempo, fotos, uma boa refrescada na água, continuamos nossa jornada subindo mais adiante com destino a praia de Navaggio ou Shipwreck, aquela que comentei com vocês de onde só é possível chegar de barco ou helicóptero, mas dessa vez estávamos indo a parte de cima para tirar fotos. Sem duvida e a parte mais alta da ilha, a altitude ultrapassa os 200 metros e o caminho  ate faz trancar os ouvidos, de um lado o oceano, do outro um paredão enorme. Mas valeu a pena, a vista e fantástica e fascinante, não tínhamos noção de que havíamos estado em um local tão bonito apenas 2 dias atrás. A água de um azul impressionante parece tinta e tudo parece que foi minuciosamente arquitetado ( ficou estranho isso que eu disse neh?) . A principio estávamos receosos de ir ao pé do morro para poder fazer as melhores fotos, afinal o caminho havia sido bloqueado, mas apos escutar de outros turistas que o local era seguro, eis que decidimos ir, e com certeza teríamos nos arrependido se não tivéssemos! Muito mato, pedra e terra mas desde que nao se aproxime demais não há perigo, da para fazer as fotos de cartão postal.

Jogaram tinta azul na água não é não?!!

Nesse local havia um estacionamento para deixarmos as motocas e um rapaz vendendo bebidas e doces típicos. Refleti por um momento e pensei na minha vida, de turista, aproveitando ao máximo aquele momento e ao mesmo tempo na vida daquele rapaz que durante uma parte do ano trabalha arduamente produzindo todas aquelas bebidas para tentar vende-las na alta temporada e ajudar sua família pelo que ele me contou, mas mesmo assim alegre, tentando rasgar seu inglês e vender uma aqui outra acolá, e o preço ? Míseros 2,50 por uma garrafa de 500 ml, um vinho parecido com quentão, mas que leva outros ingrediente, muito boa por sinal.

O tal do porto Vromi

Mas esse dia também foi o de maior stress, afinal ao invés de irmos embora, decidimos nos dirigir a Porto Vromi, não sei por que diabos eu achei que havia algo lá, apenas um porto! O caminho era sinuoso, curvas de dar inveja a Serra do Mar, ou o trecho entre Vacaria e Caxias do Sul no RS, montanhas, montanhas e mais montanhas para chegar a lugar nenhum, apenas um porto, dia já escurecendo e a minha motoca ficou sem freio, haaaaaaaaaaaa ! Isso mesmo, o disco do freio esquentou de mais em toda aquela serra e  fiquei sem o freio, apenas o freio de mão. Levou um tempo ate convencer a Ivana a subir na motoca e irmos morro acima, la não funcionava telefone e estávamos a 40 km praticamente da nossa praia e para ajudar estava escurecendo e a outra motoca não estava com as lanternas funcionando, hahaha. Conseguimos ir, aos trancos e barrancos, chegou uma hora que a motoca começou a morrer e só o meu flatmate para conseguir ligá-la, e assim fomos ate que uma hora não funcionou mais. O que fizemos? Paramos, afinal já estávamos próximo, cerca de 5 km e isso já eram quase 10h30 da noite, afinal havíamos saído de la as 8hrs.

Peguei a motoca que estava funcionando, exceto pelas luzes, e fui, seguindo as placas, sem luz, apenas me guando pela faixa que dividia a pista, eu motorista de primeira viagem, mas consegui, cheguei são e salvo e fui pedir resgate que no final das contas foi desnecessário, enquanto eu ia em minha missão solitária, Ivana, Sabrina e Myron tentaram, tentaram ate que fizeram funcioná-la novamente, como? A motoca só ligava quando pisava no freio, então vieram os 3, pisando no freio ( que não funcionava ), apertados e no final deu tudo certo, mas que foi um final de dia trágico, isso foi !

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Acho que já escrevi demais, não queria, mas vou fazer um capitulo final, contando como foi a sexta-feira, onde alugamos ate um barco, me caguei de medo, com o perdão da palavra, hahaha,o lado sudoeste da ilha, as praias de Laganas, Marathias e a ilhota de Marathonisi que fomos de barco, as ultimas impressões e a saudade que aquele local deixou ! Abraços a todos e tenham uma ótima semana.

Fiquem com as fotos!

Grécia – Zakynthos – A ilha

Olá pessoal! Tudo bom com vocês? Espero que sim! Mas um tempinho sem aparecer por aqui massss.. voltei, o bom filho a casa torna como dizem por aí. Pra variar um pouco e comentar sobre as notícias meteorológicas, bom, o de sempre o dito verão já esta se acabando, já se fala no outono e já vejo a movimentação nas estradas, canteiros e mais canteiros de obras pensando lá na frente na probabilidade de neve. Mas no mais tudo bem e tocando a vida.

Porto de Zakynthos – Imagem feita do barco

Continuando a contar como foi nossas férias na Grécia, vou falar como foram os 3º e 4º dias. Não sei se desacostumamos com o calor afinal já estou aqui há quase 1 ano e meio e a Ivana há quase 2 anos e pra nós qualquer 15 graus é motivo de festa afinal é quente, não é? Acho que estamos climatizados e uma futura volta para o Brasil vai ser motivo de bastante queixas ( especialmente da minha parte) sobre o calor. Mas então após divagar um pouco… acho que lá é mais quente que no Brasil rsrs !

Golfinhos nadando rente ao barco e se exibindo para as fotos é claro!

Vamos ao que interessa, bom, seja qualquer a praia que você se hospede por lá, a maioria (como eu já devo ter citado em algum post anterior) dos comércios vivem em função do turismo e portanto só funcionam por temporada e a proporção de agências de locação de carro, lojas de souvenirs, restaurantes, pubs é a mesma do que farmácias no nosso BR, rsrsrs. Mas então a cada esquina encontra-se um local que oferecem passeios pela ilha, cruzeiros que levam as praias mais famosas da ilha ou barcos menores que conseguem entrar nas famosas Blue Caves ( cavernas azuis ). Dentre esses passeios oferecidos optamos pelo cruzeiro que tomava o dia todo, ou seja, das 9 da manha às 5 da tarde para a segunda-feira e na terça decidimos ir em um parque aquático que tomava metade do dia das 11 da manha às 4 da tarde. Em todo lugar pechinchar é valido, afinal se eles não agradarem o turista tem o vizinho que vai fazer você, concorrência é feroz.

Local da primeira parada, fomos nadando até aquela caverna ali.

Mar azul, céu azul, águas cristalinas, montanhas e mais montanhas.

Poseidon’s face, a direita da foto o formato daquela rocha é dito ser o rosto de poseidon.

Eis que chega a segunda e vamos nós dar um passeio ao redor da ilha. O “cruzeiro” tem 3 andares e nós tivemos a feliz ideia de ir na frente tomando sol na lata o dia todo, Ô BELEZA !!! Depois quem sentiu na pele foi eu, LITERALMENTE, mas o que a gente não faz pra agradar a mulherada, huh? Bate foto aqui, foto ali e após umas 2 horas de “andança” chegamos a uma praia a qual não recordo o nome que também tinha uma caverna e foi a nossa primeira parada. Um calor do inferno, mal dava pra colocar o pé no chão no bendito barco que queimava e a gente louco para entrar na água, detalhe 10m de profundidade, 4 analfabetos aquáticos, mas que para NOOOOOSSA Alegria haviam coletes salva vidas e pudemos ( receosos) nadar como peixes !!! A cor da água não precisa ser comentada, o legal era que dava para observar as enormes pedras e em alguns pontos dava para subir em cima delas e parecia até que dava pé !

Acho que eu não menti sobre a cor da água né!?

Alguns passos e já não dá mais pé

Pena que os barcos descarregam todos no mesmo horário e daí fica aquela muvuca, mas nada que atrapalhasse.

Depois de uns 30 minutos continuamos viagem agora com destino a famosa praia Navaggio ou Shipwreck ou Naufrágio em português. O mais legal foi que no meio do caminho apareceram golfinhos exibidos que ficaram nadando ao lado do barco por um bom tempo e como gostam de se mostrar, eram 2 e nadavam de um lado para o outro e às vezes pulavam e davam um SPLASH espirrando água na gente, bom por esse lado valeu a pena ter ficado na parte de traz do navio ( desculpem-me se eu disse frente antes) .

Este é o navio que dá nome a praia atualmente. Estava transportando cigarros ilegais e acabou naufragando ali em 1983. Desde então a praia é conhecida como Shipwreck Beach. Detalhe que eu tirei a foto bem ao lado do nome “Ivana”, coincidência ou destino?

Shipwreck beach, acesso somente de navio ou helicóptero!

Após mais um tempo de navegação chegamos a famosa praia e realmente o local é impressionate, seja pela cor da água que é azul turquesa e ao mesmo tempo azul piscina, seja pelo isolamente do local que só acessível por helicóptero ou barco ou nadando ( desde que você cruze a ilha a nado, hahaha), afinal é apenas a praia e um paredão que torna o local ainda mais interessante. A sua pequena extensão de areia ainda conta com um navio naufragado desde os anos 80, todo enferrujado e todo rabiscado, afinal todo mundo que passa por lá quer deixar a sua “marca”. As pedrinhas brancas talvez sejam o motivo das águas serem tão limpas e cristalinas e o interessante é que mesmo os barcos mais grande chegam bem próximos da areia afinal menos de 5 metros mar adentro a profundidade já ultrapassa os 3 metros. Mais uma vez solicitamos os coletes e pudemos curtir numa boa, que falta faz não saber nadar hãn!? Sem palavras, vale cada momento.

Com barcos menores é possível entrar dentro das Blue Caves.

Continuando o passeio a nossa última parada foi em Xigia Beach que é conhecida como sulphur beach ou traduzindo praia de enxofre. Ela é dividida em duas partes, norte e sul. O cheiro não é tão forte, aliás é quase imperceptível, acredito que pela ação do vento que sopra quase todo o tempo, mas de vez em quando dá para sentir aquele cheirinho de ovo podre, hahahaha, mas a praia é bonita, cheia de pedra, com águas esverdeadas, ainda cristalinas e uma pequenina faixa de areia, é de difícil acesso como pudemos constatar dias depois, mas é assunto de um próximo post.

Xigia Beach, ok essa foto foi feita em outro dia quando fomos de quadriciclo, mas foi a melhor foto que consegui. Essa é praia do enxofre que possui propriedades medicinais.

E assim foi a nossa segunda feira, no final do dia estavamos exaustos, mas ainda teve uma noite típica grega e até entramos na dança ( literalmente), parece mais uma quadrilha como alguns passos de dança gaúcha, sei lá !

A terça feira foi o nosso segundo passeio, mas que não há nada de especial para contar. Para o pessoal que conhece o Wet’n’Wild em São Paulo, o qual eu nunca fui ou o Marina Park no Rio grande do sul que também nunca fui, deve ser a mesma coisa, talvez melhor, talvez pior. Mas eu como adoro tobogãs, toboagua e qualquer que seja a queda livre até a piscina fazendo a adrenalina subir está valendo. Foram algumas horas de relaxamento e saindo um pouco da água salgada e bebendo um pouco de água com cloro, né? Ah, e terminando com o resto de pele que eu tinha até na segunda, afinal depois de um dia todo queimando no sol, na terça para complementar mais sol e as costas arranhadas da diversas descidas nos toboáguas ou qualquer que seja o nome.

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Bom, agora chega de “falar” e vou tentar encerrar essa nossa empreitada sobre a Grécia no próximo post, contando para vocês como foi minha primeira experiência dirigindo, sem carteira,aliás nunca havia dirigido na minha vida, pilotando barco, é isso mesmo… NUNCA MAIS ( pelos menos pra mim) e nossa missão de exploração a ilha de Zakynthos.

Tenha uma ótima semana e abraços a todos.

Grécia – Zakynthos – Primeiros dias

Olá pessoal, tudo bom vocês? Espero que sim! Volto ao blog hoje para continuar contando como foi nossa viagem à Grécia.

Em algum lugar no oceano…

Assim como em um intercâmbio quando queremos viajar nem que seja para a cidade vizinha alguma coisa temos que pesquisar, nesse caso por exemplo os horários de ônibus, trem, ou se você tem carro esqueça o que eu falei, rs. Mas então para um passeio como esse no qual ficamos uma semana, e a intenção era descansar e não sair correndo para visitar todos os pontos turísticos e tirar o máximo de fotos possíveis em dois ou três dias rsrsrs, vale muito a pena pesquisar e aqui na Irlanda há diversas agências de viagens que oferecem os mais variados pacotes de férias para 1-2 semanas. Dentre os lugares oferecidos estão Grécia, Bulgaria, Chipre, Espanha, Portugal, Turquia, vai do gosto do freguês e a diferença de preço pode variar muito de um país para outro, de uma cidade em um determinado país para outra, período em que você vai viajar, ex. baixa temporada ou alta temporada e até mesmo de uma praia para outra em uma mesma cidade e portanto vale muito a pena pesquisar e comparar o que cada agência oferece.

Alexandra Beach Hotel visto do cruzeiro que fizemos pela ilha na segunda-feira!

Os pacotes são a passagem aérea ida e volta, a acomodação e pode ser self-catering, breakfast, half board ou all inclusive, mas o que é isso??! Calma que eu explico..

Self Catering – Não há nenhuma refeição incluída;
Breakfast – Você terá direito ao café-da-manhã;
Half-Board – Café-da-manhã e mais uma refeição, que normalmente é o jantar;
All-Inclusive – Café-da-manhã, almoço e janta, alguns lugares até um chá da tarde ou lanchinhos durante o dia.

Geralmente a diferença entre self catering e half board não é muito grande, e visto que nós estavamos indo para descansar então era muito conveniente ter café da manhã e jantar a nossa disposição (estilo buffet) . Não optamos por all-inclusive porque é sempre bom ter a liberdade de sair, comer algo fora e não ficar preso aos horário do hotel.Fechamos com a directholidays.ie, tudo pela internet, nenhum contato por telefone ou pessoalmente, passagens aéreas e contrato em nossas mãos uma semana depois.

O vôo entre a Irlanda e a Grécia dura em torno de 4hrs, um tanto quanto cansativo mas a chegada faz nos esquecer de tudo. O mar azul de águas cristalinas, o sol brilhando, praias e mais praias e um céu azul que há muito tempo não se via.

Vista do hotel.. ahhhHH

O primeiro baque que tivemos foi com a temperatura, afinal saindo do verão irlandes com temperaturas que quando estão altas chegam a 22 graus e saindo do avião com aquele ar quente e abafado e temperaturas beirando a casa dos 40 graus. A vontade é de largar as malas ali mesmo no aeroporto e procurar a praia mais próxima para se refrescar, rs! Ah esqueci de dizer que o transfer também é incluso, então basta sair do aeroporto e dirigir-se para a sua van ou ônibus que lhe deixara no seu hotel-resort-acomodação-studio.

Optamos pelo Alexandra Beach Hotel, um resort em frente a praia de Tsilivi em Zakynthos. Quando olhamos as fotos pela internet já viamos que o hotel era bem próximo a praia e quando chegamos tivemos a grata surpresa de que era bem mais próximo ainda. Academia, piscina, mesas de bilhar, bar, night club, restaurante, loja de conveniência/souvenir e nenhum problema com staff.

Em destaque: Noite grega toda segunda-feira…

A praia em si é muito bonita, mas para quem não está acostumado com as pedrinhas na beira vai achar ruim, mas basta caminhar alguns metros e depois só areia !!! O que eu particularmente gostei muito das praias em Zakynthos é que elas são muito limpas, aguas cristalinas e a maioria delas você pode caminhar 100 metros adentro do mar que ainda é raso o suficiente para quem não sabe nadar, não tem ondas e é possível enxergar seu pé dentro da água, um verdadeiro piscinão!

Como diria meu amigo Adilson : Vida de bacana!

Chegamos no sábado a tarde e tiramos o resto do dia para aproveitar por ali mesmo, no domingo descobrimos que a praia bem em frente ao nosso hotel não era a melhor, bastava caminhar uns 500 metros logo ali atras daquela montanha se encontrava uma praia sem pedrinha alguma, um alívio para os nosso pés, hahaha.

Bom mas chega por enquanto, no próximo post conto como foi nosso passeio de cruzeiro ao redor da ilha, com a parada na famosa praia Shipwreck, nossa experiência de natação com colete salva-vidas… rsrsrs

Abraços a todos e fiquem com as fotos!!!

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