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Cork – Part I

Olá pessoal, como vocês estão? Aos leitores posso dizer que já estava com saudades!! Pois é tenho deixado o blog meio de lado essas últimas semanas, mas como todos sabem a rotina de trabalho-curso-casa deixa qualquer pessoa desanimada e/ou sem tempo para as demais atividades. Sem mais delongas gostaria de compartilhar com vocês o nosso passeio do final de semana, como sempre será contado em 2 partes e a novidade dessa vez é que tivemos a companhia de nossos amigos Carol e Fernando.

Como o nome do post já diz, visitamos a cidade de Cork, antes de mais nada um pouco sobre a cidade:

Cork - Irlanda

Cork (em irlandês: Corcaigh) é a segunda maior cidade da República da Irlanda e a terceira mais populosa da ilha da Irlanda, depois de Dublin e Belfast. É a capital e a principal cidade do condado de Cork e também a maior cidade de Munster. Fonte : Wikipedia
Não tão grande como Dublin e não tão pequena como Galway, talvez na minha opinião seja a combinação perfeita para quem gosta de agitação e sossego ao mesmo tempo.

Comilança

Bom falando um pouco sobre a viagem que foi decidida em cima da hora mas veio em boa hora, afinal sempre é bom viajar. Fomos de carro e após 2 horas aprox. chegamos em Cork. A nossa primeira visita em Cork foi ao restaurante afinal todos estavam morrendo de fome !!! Com a barriga cheia saímos para uma caminhada pelas ruas centrais, entrando e saindo de lojas (dessa vez não vou culpar as mulheres) devido a chuva que estava nos incomodando.

Continuando nossa caminhada encontramos belas igrejas pelo caminho, como a que podem observar abaixo a igreja de São Finbarr

St. Finbarr's Church

Igreja de São Finbarr em Cork

Igreja de São Pedro e São Paulo

Igreja da Santíssima Trindade

Por oras a chuva nos deu uma trégua, por oras não, então tivemos de aproveitar e tirar as fotos com chuva, sem chuva, nublado, e realmente elas são muito bonitas, valem um clique.

Outro lugar que chamou bastante nossa atenção foi o Tribunal de Cork como diz aquele ditado, uma imagem vale mais do que mil palavras…

Tribunal de Cork

Tribunal de Cork

 

Passamos também pelo “mercadão” municipal de Cork..

Mercado Municipal de Cork

O engraçado de viajar de carro sem saber direito onde ir é que a gente se perde várias vezes e por vezes indo errado chegamos no caminho certo. Após o nosso “tour” por Cork fomos até uma cidade próxima chamada Kinsale. A nossa intenção era passar a noite por lá e pela manha de domingo seguir caminho para o famoso castelo de Blarney. Kinsale é uma cidadezinha ao sul de Cork famosa pela sua gastronomia e destino para muitos no verão, o que realmente foi constatado pois há muitas acomodações, hotéis e hospedagens em uma cidadela com apenas 2 mil habitantes.Entretanto após muito procurarmos por uma acomodação com um preço justo, optamos só pela comida e voltamos para Cork para dormir e recuperarmos as energias para o próximo dia.

Bom pessoal, assim que possível faço o post com a segunda parte da nossa “mini” aventura pelo sul da Irlanda, visitamos o castelo de Blarney, nos perdemos para voltar para Dublin e ainda  fizemos picnic no cemitério de um outro castelo ! Mas isso é assunto para um próximo post…

Fiquem com as fotos.. e abraços!

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Galway Part II – Connemara

Olá pessoal, cá estou eu novamente para contar-lhes a segunda parte da nossa aventura pelo outro lado da ilha irlandesa, banhada pelo Oceano Atlântico estando a 200 km de Dublin. Espero que o pessoal que lê o blog, amigos e familiares estejam bem e assim continuem.Para quem não leu a primeira parte de nossa aventura por Galway pode fazê-lo aqui.

Retomando a história após nosso passeio pelos cliffs of moher voltamos para Galway, fizemos o check-in no hostel deixamos nossas mochilas e saímos para passear pela cidade e comer algo. A cidade em si é pequena e não tem muito o que se ver/fazer então logo voltamos ao hostel para dormir e também recuperar as energias para o próximo dia. O Tour para Connemara sai da Coach Station( rodoviária ) e custou 16 euros por pessoa(como já haviamos feito o tour com a mesma empresa no sábado, conseguimos um desconto)  e assim foi.

Então seguimos com o tour e a nossa primeira para foi nesse castelo aberto a visitação em um lugar ermo,  somente pastagens ao redor e algumas casas longínquas, ao que parece agora é um cemitério e um local para visitação, segue algumas fotos abaixo:

Após uma parada para fotos seguimos viagem até uma cidade chamada Cong, uma cidadezinha pequenininha no meio do nada, fizemos uma parada para tomar um café da manha e tirar algumas fotos, a cidade possui 200 habitantes e o castelo de Ashford, ela fica na divisa entre o condado de Galway e Mayo( dois estados irlandeses), como podem acompanhar nas fotos a seguir:

O nosso destino era a abadia de Kylemore o qual vou contar mais adiante, no entanto o caminho até lá é muito bonito, circundado por montanhas e lagos, um lugar realmente fascinante, observem as fotos e até um vídeo que fiz:


A abadia de Kylemore, inicialmente conhecida como castelo de Kylemore pertencia a um empresário e político de Manchester na Inglaterra e foi construída por volta do ano de 1863, porém quando sua esposa veio a falecer em 1875 ele não permaneceu por muito mais tempo no local. O castelo tornou-se uma abadia em 1920 quando as freiras beneditinas fugiram da Bélgica para a Irlanda por causa da 1ª Guerra Mundial. Tanto Margaret quanto Mitchel Henry estão enterrados em um mausoléu cerca de 1 km da abadia. Há também uma igreja neogótica e o jardim vitoriano murado, cerca de 24 mil metros quadrados e datam da mesma época da construção do castelo.O lugar é enorme e o conjunto é muito bonito com a igreja, castelo e o jardim, há também um restaurante, café e loja de souvenirs para “arrecadar” um pouco mais de dinheiro dos turistas, aliás a entrada custa 7 euros ! É um ótimo local para andar, respirar, pensar na vida e admirar a paisagem.

Victorian Walled Gardens

Kylemore Abbey

Igreja Neogótica

Mausoléu onde estão enterrados os antigos donos da abadia de Kylemore

Depois de visitarmos Kylemore Abbey nos dirigimos de volta a Galway e para encerrar o nosso passeio ainda passamos em um local onde encontra-se uma típica casa irlandesa do passado,e é aberta a visitação. Vejam:

Casa irlandesa do passado

E tendo dito isto finalizamos nosso passeio e voltamos a nossa home-sweet-home Dublin, mais uma aventura pelas terras irlandesas! Espero que tenham gostado e quando tivermos mais novidades estarão aqui no blog, até a próxima, abraços a todos !!!

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Galway Part I – Cliffs of Moher

Olá pessoal, how are you? Nós estamos bem, hoje é feriado aqui na Irlanda, mais um bank holiday! Feriado bancário! Yay!!! Após algum tempo sem postar nada, volto aqui para contar como foi nossa viagem para Galway. Para poder contar o nosso passeio com detalhes vou dividir em 2 partes assim como fiz da outra vez.

Onibus que faz o trecho Dublin - Galway

Sendo assim no sábado acordamos bem cedo e pegamos o City Link, que faz o trecho Dublin – Galway, a viagem leva cerca de 2h40 minutos e a distância entre as cidades é de aprox. 200 km, o valor do trecho é de 9 euros por pessoa, se comprar direto com o motorista e pela internet encontra por até 12 euros ida e volta por pessoa. A viagem em si é tranquila e não há nada para ver no caminho além de mato, estrada e placas. Chegamos em Galway por volta de 9h15 da manha e fechamos direto com o primeiro hostel que encontramos pois o Tour para os Cliffs sairia as 10 da manha e tinhamos pouco tempo para comer, encontrar um lugar para passar a noite e voltar até a rodoviária.

Diariamente saem Tours para os famosos Cliffs of Moher e também Connemara, e nosso primeiro destino escolhido foram os Cliffs, o onibus sai da rodoviária as 10 da manha e retorna a Galway por volta das 6 da tarde pelo preço de 16 euros. O motorista do onibus além de dirigir vai contando as história por entre os locais que passamos e conversando com os passageiros e assim seguimos viagem. A nossa primeira parada foi em um local chamado The Burren…

The Burren

Burren, situa-se ao Norte do Condado de Clare e partes ao sul do Condado de Galway cobrindo uma área de 160 km quadrados, é único – é como nenhum outro lugar na Irlanda. Não há pântanos e nem pastagens. Em vez disso, há enormes calçadas de pedra calcária chamada ‘clints’ com fissuras verticais. Eis que fazemos uma parada para fotos e no local onde fica esta rocha do período neolítico chamada Poulnabrone Dolmen( buraco das dores em irish – tradução livre).  Escavações realizadas no local encontraram os restos mortais de 16-22 adultos e 6 crianças que foram enterradas em baixo do monumento.Acredita que o monumento era utilizadas para cerimonias e rituais durante a Idade de Bronze.

Poulnabrone dolmen - Rocha do período neolítico , estima-se que é do período entre 4200 a.C. e 2900 a.C.

Continuando nosso Tour, passamos pela cidade de Lisdonsvarna que é conhecida muito além das fronteiras nacionais, porque ao mesmo tempo realiza-se o festival do namoro, o maior mercado de casamento na Europa.Durante os festivais, milhares de solteiros juntam-se na cidade, para encontrarem o amor das suas vidas e visitar as muitas atrações turísticas irlandesas. O festival é muito conhecido principalmente por mães solteiras americanas e inglesas, e atualmente cada vez mais divorciadas e viúvas aderem à festa.

Casamentos são realizados no paraíso, mas... a maioria das pessoas se conhecem no "The Matchmaker Bar"

Seguindo viagem paramos para um lanche rápido na cidade mais próxima ais Cliffs chamada Doolin e enfim chegamos aos famosos Cliffs of Moher e segue mais uma aula de história…. ^^

Cliffs of Moher

As falésias medem 120 metros desde o nível do Oceano Atlântico em Hag’s Head (irlandês: Ceann na Cailleach), e atingem a sua altura máxima de 214 metros ao norte da Torre de O’Brien’s, a 8km de distância. A vista das falésias atrai perto de um milhão de visitantes por ano. Num dia limpo, são visíveis as ilhas de Aran na Baía de Galway, tal como os vales e colinas de Connemara.

O'Briens Tower

Torre de O’Brien é uma torre de pedra redonda que fica aproximadamente no ponto médio das falésias. Foi construída por Sir Cornelius O’Brien, descendente do rei irlandês Brian Boru, de forma a impressionar visitantes do sexo feminino. Do topo da vigia, é possível ver as ilhas de Aran e a Baía de Galway, as montanhas Maum Turk, os Doze Pins a norte em Connemara, e Loop Head a sul.

Uma paisagem de tirar o fôlego

Sem dúvida os Cliffs são muito bonitos e com certeza uma trabalho muito bem feito pela mãe natureza. Infelizmente estava chovendo e um pouco frio o que não estragou o nosso passeio, o local é perigo e desaconselhável para quem tem medo de altura, vez ou outra noticia-se a morte de turista porque as pessoas não tomam o devido cuidado ou acham que nada vai acontecer! Apesar dos pesares vale muito à pena sentar na beira do penhasco e olhar para o oceano Atlântico a perder de vista…

Ficamos por volta de 2 horas admirando a grandiosidade e beleza do local que ainda possui lojas de souvenirs, restaurantes e todo uma infraestrutura para receber turistas e o nosso passeio ainda não havia acabado. Saindo dos Cliffs fomos beirando o oceano atlântico como podem ver nas fotos abaixo…

Passamos pelo catedral dos Leprechauns…

Catedral dos Leprechaus - acredite se quiser!

E por fim para fechar com chave de ouro o nosso sábado ainda visitamos Dunguaire Castle ( Castelo de Dunguaire ) que fica próximo ao vilarejo de Kinvarra, sua construção data-se do século XVI e pertencia aos O’Haynes.

Dunguaire Castle

Dunguaire Castle

Então sendo assim voltamos à Galway para jantar, darmos uma olhada pela cidade e descansarmos pois no outro dia um outro passeio nos aguardava ! Espero que não se cansem da leitura e apreciem as fotos com moderação, abraços e até a próxima part II. Fiquem com mais fotos…

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Escócia – Part I – Glasgow

Olá pessoal leitor do vidalemdublin! Como estão vocês? Espero que bem ! Pois bem deixei o blog sem atualizar por alguns dias por um bom motivo, não não ainda não é emprego, mas sim pela viagem que eu e a Ivana fizemos à Escócia. Decidi por dividir em duas ou mais partes para que não fique uma leitura cansativa e também para eu poder organizar minha idéias.

Então nesse último domingo dia 5 e segunda dia 6 de junho, estivemos na Escócia visitando as cidades de Glasgow e Edimburgo, já esperávamos muito de Edimburgo principalmente, e realmente é inexplicável, e Glasgow não ficou atrás. Vale muito à pena, queria que todos vocês tivessem a mesma oportunidade que tive.

Desde maio passado já haviamos comprado as passagens para Glasgow-Prestwick na Escócia pela Ryaiair, que é uma companhia aérea irlandesa que opera vôos de baixo custo ( LEIA-SE BARATO PRA CHUCHU)  entre várias cidades européias. Quando eu digo barato, é porque você paga 10 euros por destino, ida e volta 20 euros,  por pessoa ! Mas nem tudo é perfeito, normalmente a Ryanair te deixa em aeroportos mais afastados das principais cidade, mas nada que estrague o seu passeio. Sinceramente não sei como eles conseguem manter os custos operacionais e ainda obter lucro, mas se eles conseguem, tá aí o exemplo. Tudo bem que o check-in é feito online, bagagem somente de mão e nada de serviço de bordo. Qualquer solicitação extra é cobrado. Os comissários de bordo passam a todo momento no vôo oferecendo desde água, café, cigarro, produtos de beleza e bilhete da loteria, mas pelo preço vale a pena e o importante é chegar são e salvo, não é mesmo?

Outra coisa que fizemos e que recomendamos é deixar reservado algum hostel/hotel para que a “preocupação” seja apenas apreciar o passeio, os pontos turísticos e a beleza do lugar. Nós optamos pelo Caledonian Backpackers, sugerido por amigos que já se hospedaram e não nos arrependemos. Mas depois eu comento um pouco mais sobre isso, afinal foi em Edimburgo.

A viagem:  Glasgow fica a menos de 400 km de Dublin então o vôo é bem rápido, sinceramente acho que gasta-se mais tempo com carimbo em passaporte, checagem de bagagens e embarque de passageiros do que com o vôo em si, rs ! Brincadeiras à parte, ou não, chegamos à Escócia pelo aeroporto Internacional de Glasgow, que apesar do nome Internacional, é pequeno e fica a 51 km de Glasgow, como eu disse, Nem tudo é perfeito. Mas o aeroporto é servido por trens e ônibus e para nossa alegria com o ticket do avião a gente pagou só meia passagem para ir até Glasgow, então ficou 7.50 pounds para nós dois. Viajar de trem é muito bom, uma pena que no Brasil não houve investimento na continuidade da malha ferroviária.

Aeroporto de Prestwick

Scottish Rail - Trem escôces

Estação de trem no interior da Escócia - Troon

Bilhete de trem

Chegamos na estação Glasgow Central, e logo que saímos de lá já nos deparamos com a arquitetura indescritível da estação ferroviária que foi fundada em 1879 e é a segunda mais movimentada perdendo apenas pra Londres. Fonte: wikipedia.

Ivana na estação de trem Glasgow Central

Estação de trem em Glasgow

Ivana em frente a estação Glasgow Central

Ficamos logo abobados com os prédios, sempre muito detalhados, alguns mais recentes outros mais antigos mas de alguma forma todos parecendo ter alguma história por contar. Reis, rainhas, batalhas, guerras, conquistas ou talvez apenas mais uma obra ,ahn, acho que não! Depois de alguns passos sem rumo encontramos um mapa(placa) e logo definimos alguns lugares a conhecer. Fomos em direção a George Square, em homenagem à George III e palco de shows, eventos, manifestações, paradas, encontros políticos e celebrações.

Arquitetura dos prédios em Glasgow

Arquitetura dos prédios em Glasgow

Após mais algumas fotos fomos abordados por um dos guias turísticos do Glasgow City Tour, um ônibus que double-decker( dois andares ) que leva os turistas aos pontos turísticos mais visitados da cidade com um guia contando um pouco de cada lugar. Como não tinhamos noção de quais lugares visitar e pelo fato de querermos ter uma idéia da cidade optamos por pegar este ônibus. São 9 libras por cabeça e você tem direito a pegar o ônibus quantas vezes quiser, o ticket é válido por 4 dias, mas sinceramente se eu tivesse ido para ficar 4 dias com certeza não teria feito esta opção. Os principais pontos turísticos de Glasgow ficam em um raio de 20-25 minutos andando, com exceção da zona leste da cidade que talvez demore um pouco mais. Enfim, pode ou não valer a pena dependendo do tempo que você possui, grana, vontade, etc.

George Square - Glasgow

Glasgow City Tour Bus ( No ônibus turístico)

Uma vez no ônibus aproveitamos para tirar mais algumas fotos e contemplar a beleza do local, passamos pelo Gallery of Modern Art( Galeria de arte moderna) , Glasgow Cathedral, St Mungo Museum of Religious Life and Art( St Mungo Museu de Arte e Vida Religiosa), Glasgow Necropolis ( Cidade dos Mortos), Merchant Square, Glasgow Science Centre, Clyde Arc ( uma ponte na forma de um arco que passa sobre o rio  Clyde), Scottish Exhibition and Conference Centre ( parecido com o Opera House de Sydney – Australia, só não diga isso para um australiano), Riverside Museum, Botanic Gardens( Jardim Botânico), KelvingGrove Art Gallery & Museum outras ruas com prédios da arquitetura local que em sua maioria é estilo victorian, o que vocês vão notar nas fotos que seguem abaixo.

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O famoso prato escôces "haggis" acompanhados de neeps and tatties

Depois do tour pela cidade, era hora de comer alguma coisa e já era por volta de 2 horas da tarde e o nosso estômago já estava roncando, sendo assim, uma vez na Escócia se faz necessário provar o prato típico que é chamado “haggis”  e consiste das víscera da ovelha, entre outros, coração, pulmão, figado todos muito bem cozidos e temperados com cebola,pimenta, sal, banha, suco de limão e grãos de aveia tostado, dentro do estômago da própria ovelha.Depois faz pequenas os grandes bolas de “haggis” e serve-se frito( acredito eu ), pois como vocês vão repara logo abaixo tem a aparência de um hamburguer. O “haggis” é servido com nipps and tatties(escôces para nabo e batata ), basicamente um purê. A Ivana por sua vez foi mais prudente e optou por macarrão com queijo e tomate que acompanha um pão de alho delicioso por sinal. O prato em si não é ruim, mas também não é algo que eu comeria com deleite. Mas por se tratar de uma ocasião especial, vale à pena. Pra beber pedi uma cerveja Ales e a Ivana pegou o típico refrigerante escocês “Irn Bru”, que pode ser descrita como muito doce e com gosto de tutti-frutti. O mais interessante é que a Escócia é o único ou um dos únicos países em que a coca-cola não é a bebida mais vendida( não alcóolica é claro ), Irn Bru está em primeiro lugar no gosto dos escoceses.

Ivana tomando sua "Irn Bru"

Yay!

Bom pessoal essa foi a primeira parte da nossa aventura por terras escocesas, amanha serei mais breve e colocarei mais fotos com o restante do nosso passeio por Glasgow. Espero que gostem, e comentem também ! Abraços a todos e até a próxima.


Primeiro dia na Europa

Olá pessoal desculpem-me pela demora em atualizar o blog mas é que realmente não tive tempo de usar o laptop desde que cheguei ! Tenho muita coisa pra contar ao mesmo tempo não sei o que contar e nem por onde começar. Sendo assim acho que vou falar do primeiro dia.

Após intermináveis 11 horas de vôo, saindo de São Paulo por volta das 19h30 e chegando em Amsterdam por volta das 11hrs horário local. O vôo foi super tranquilo, na classe econômica que é a qual eu viajei , são 3 poltronas do lado direito , 3 do esquerdo e 4 poltronas no meio se não me engano,o que torna-se bastante apertado e desconfortável após todo esse tempo de vôo,  as comissárias de bordo são muito gentis( só falam inglês-holandes, não sei se alguma delas falava português), apesar de que na hora de jantar eu pedi um suco de laranja e ela me deu um suco de tomate! Argh,Eu respirei fundo e tomei em um gole só, só de pensar já sinto nauseas. Há a janta em que a comissária oferece pasta or chicken ( massa ou frango ) + suco + um bolinho que não me lembro o que era , breakfast ( omelete + torresminho) + salada de fruta + geléia e durante a madrugada elas passam oferecendo sorvete, café, água, etc.

Chegando em Schipol( aeroporto de Amsterdam ) eu tinha que ficar até as 20h45, minhas malas eu só iria pegar em Dublin e minha amiga alemã a Mareike tinha combinado de me buscar para darmos um passeio em Amsterdam. Nesse meio tempo tive que passar pela imigração e nesse local há dois guichês um para os europeus e outro pro resto do mundo, como havia uma loira linda no guichê dos europeus eu fui lá e ela riu e logo o amigo dela do lado disse ” I think you can read ” ( Eu acho que vc sabe ler ” ) hahaha, e me deu um esporro mas depois perguntou o que eu ia fazer em Amsterdam carimbou meu passaporte e me liberou pra passear.

Após 30 minutos de espera, encontrei-as(Mareike e Dorith, sua irmã) e pegamos um trem com destino ao centro da cidade, o que leva 10 minutos em um trem muito bonito e custa 7,90 euros. Chegando no centro da cidade, para minha surpresa, elas haviam alugado duas bicicletas e então fomos passear por Amsterdam de bike ! Estava ventando e frio , por volta de 10 graus e com uma chuvinha bem fina que parou depois .

Visitamos primeiramente o “Koninklijk paleis” que eu imagino que seja o Palácio do Rei em holandês, depois fomos em uma praça ou seja lá o que for que todos aqueles que vão pra Holanda desejam ir pra tirar umas fotos. Tem gente de todo o mundo nesse local, inclusive quando fui pedir para que
uma pessoa tirasse uma foto nossa, tchrám ! brasileiro também. Fomos também em uma rua em que se vendia de tudo por preços bem razoáveis, foi então que eu trouxe um gorro ou qualquer que seja o nome pra Ivana como pode ver na foto abaixo:


Fatos interessantes
: Em Amsterdam bicicletas são mais comuns que carros pelo que me pareceu, e realmente funciona! Tanto os carros como os pedestres parecem respeitar ( dificíl afirmar só estive lá por 8 horas),  e claro há uma faixa exclusiva para elas.Não ouse cruzar esta faixa sem olhar, vai escutar um tim tim das bicicletas ou ser atropelado. O interessante é que o freio é no pedal.Há também esse meio de transporte chamado de tram que não tive oportunidade de usufruir mas fica aí a foto

Então fomos em um café, não não, café mesmo ! Eu burro como sempre pedi um espresso que custa 2 euros e vem um gole de café, aprendi mais uma e depois me diriji à Amsterdam Centraal para pegar o trem de volta para o aeroporto, e nessa história fui abordado por um dublinense que me eu achei que era alemão e havia me perguntado se o trem ia para Schipol e eu respondi em alemão ” Ja ” , mas depois como vi que ele estava com um adesivo da AerLingus na mochila perguntei a ele em ingles se ele iria no mesmo vôo que o meu e tcharám, fomos conversando, ele, a mulher e a amiga da mulher estavam de “vacations” em Amsterdam por alguns dias e no final das contas ele me pagou uma pint de Heineken ! Não deixou eu pagar disse que era pra me dar sorte nessa minha nova jornada….

Sei que eu escrevi demais, mas sou detalhista e espero que tenha gostado, no próximo post conto como está sendo o começo aqui em Dublin, espero que consigam(tenham vontade de)  ler tudo, rs!
Abraços e comentem !

obs: assim que eu tiver as fotos que tirei por lá, vou colocar no blog!


O vôo

Amanhã por volta das 19 horas irá decolar o avião com destino a Amsterdam-Holanda KLM 777-300, este será meu primeiro vôo internacional e espero que não seja o ÚLTIMO !!! =P

O tempo estimado de viagem é de 11 horas, o que eu acredito que vai parecer muito mais tempo do que já é! Eu comprei a minha passagem com bastante tempo de antecedência, se não me engano fiz a reserva em outubro de 2010 e paguei por volta de R$ 1.900,00 , mas o preço varia muito e comprando com alguns meses de antecedência pode-se encontrar passagens por até R$1.500,00 , depende da cotação do dólar  US$.

A minha conexão para Dublin é só às 20hrs , portanto espero que eu consiga sair do aeroporto de Schiphol(Amsterdam) para dar uma volta !