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Escócia – Part IV – Edimburgo

Boa tarde, folks! Como vocês estão? Aqui na Irlanda o tempo tem contribuído nestes últimos dias e o sol apareceu, dias bem agradáveis com máximas em torno de 20 graus, é vocês devem estar achando que sou louco, mas não, isso é bem agradável e bem quente em se tratando de Irlanda, ainda mais quando não se tem o famoso e chato vento.Mas chega de blá blá blá e vamos ao que interessa.

Quem tem lido o blog com frequência sabe que estivemos na Escócia há mais ou menos uns 10 dias atrás e eu dividi ela em alguns capítulos para deixa-los a par de todos os detalhes, mas caso não tenha lido pode fazê-lo clicando em Part I, Part II, Part III . Esta será a última parte da nossa saga ( ufa né? ) e espero que tenha apreciado a leitura.

Então, após nos reunirmos com o Free Walking Tour, cujo o site vocês podem conferir em http://www.neweuropetours.eu/ , fomos apresentado ao guia cujo o nome é Troy, cuja a foto você pode conferir em http://www.newedinburghtours.com/our-guides.html , começamos a seguir caminho pela Royal Mile ( que tem esse nome por ter uma milha entre o castelo e o parlamento) .  Como não me lembro de TODAS as coisas que ele disse vou colocar as que achei mais interessante e assim segue abaixo:

Esse coração que está no chão é alvo dos torcedores do Hibernian e do Hearts os dois times mais populares de Edimburgo, pois os torcedores do Hibernian quando passam por este coração cospem porque o coração é o simbolo do Hearts e os torcedores do Hearts quando passam pelo mesmo também cospem porque acham que traz sorte. Também é usado como modo de descobrir turista, pois os escoceses cientes das cusparadas desviam do coração, já os turistas… mas o bem da verdade é que o cuspe é um velho hábito para demonstrar insatisfação com as autoridades

Mercat Cross – originalmente o local onde o comércio era realizado e também o local onde os mercadores se reuniam.Mais tarde tornou-se o local para execuções, proclamações e anúncios.Ainda hoje em Edimburgo é o local onde se convoca eleições e o anuncio de novos monarcas.O nosso guia contou uma história de uma menina que passava por este local e com fome decidiu roubar uma maça e saiu correndo, como nada acontecera, no dia seguinte repetiu o ato mas foi capturada pelo dono de uma mercearia, este arrastou-a pela orelha e pregou sua orelha no local da foto. A ela restava duas opções, resistir por 24 horas e ser alvo de chutes, cuspes e pancadas de todos, pois aquele que ali fosse colocado o motivo era furto, para pagar pelo seu ato, ou a outra opção seria rasgar sua orelha e se desvencilhar e ser conhecido como covarde, para aqueles que faziam isso só restavam uma opção, piratas para os homens e prostitutas para as mulheres.

Agora vocês devem estar me questionando o porque de uma foto de uma parede mal rebocadas, calma, vou explicar! Um fato muito interessante é que nos prédios mais antigos de Edimburgo as escadarias tinha um degrau menor que os demais, como pode ser observado entre os degraus 3 e 4  de modo a pegar possíveis ” visitantes indesejados” que ao andar na ponta dos pés no escuro estariam fadados a queda e é claro que provavelmente a queda da escada não seria o único prejuízo para os “espertinhos”.

Outro fato muito interessante é que ao contrário do que acontece hoje em dia em que os mais “pobres” ou os apartamentos mais baratos são aqueles que ficam nos primeiros andares e os últimos andares são os mais caros e onde moram os ricos, talvez não no Brasil e talvez nunca tenha sido, mas na Escócia de antigamente os prédios não tinha saída de incêndio e portanto quem ficava com os primeiros andares dos prédios era sempre a nobreza pois poderiam pular a janela e saírem vivos, mas a classe menos favorecida da sociedade que tinha de viver nos andares mais altos talvez não teria tanta sorte.

Esse prédio de esquina que na parte de baixo possui um café é o local onde J.K. Rowling costumava vir para tomar seu café e escreve o tão famoso livro mundialmente conhecido Harry Potter. Como ela passava por um período complicado financeiramente ela costumava vir a este café para além de tomar café, escrever no calor dos aquecedores e assim economizar não tendo que ligar os de sua casa.

Ao fundo essa escola que mais parece um castelo, segundo o nosso guia é onde foram gravadas as cenas da famosa escola de Hogwarts, para aqueles que assistem Harry Potter logo vão identificar, já eu que não sou grande fã apenas admiro a grandiosidade da tal escola !! Imagino eu o preço para estudar em tal escola…

Neste cemitério surgiram alguns nomes ou sobrenomes  que inspiraram a autora do livro Harry Potter em suas história, um exemplo é MacGonagal( não tenho certeza quanto a grafia do nome) , que apesar de ser uma senhora na história é o sobrenome de um homem. Também consta que neste cemitério está enterrado Lord Voldemort, mas não consegui encontrar sua lápide, quem sabe em uma próxima oportunidade.

Para terminar com esta história de cemitério, por fim mais essas duas fotos, a primeira é um tanto quanto inusitada, pois eu particularmente nunca tinha visto um túmulo trancafiado, mas o motivo deve-se aos famosos assassinos em série William Burke e William Hare que fizeram mais de 17 vítimas com o propósito de vender os corpos para Doctor Robert Knox, professor de anatomia da Faculdade Médica de Edimburgo, que necessitava de corpos para dissecação em suas aulas. Por volta de 1832 era muito dificil encontrar cadaveres legitimamente disponíveis para serem usados no estudo de anatomia, foi então que surgiram ladrões de corpos em túmulos no cemitério e eis o motivo das grades. Já a segunda foto trata-se do mausoléu de Sir George Mackenzie, enterrado em 1691, ‘Mackenzie Poltergeist’, o qual se encontra fechado após diversas pessoas terem se queixado de escoriações, cortes, mordidas e sensações estranhas vindas do local. Acreditem ou não vale a pena uma visita ao cemitério de edimburgo – Greyfriars.

Esse simpático cãozinho da raça Skye Terrier ficou famoso em Edimburgo após ter ficado 14 anos ao lado do túmulo de seu dono, até a sua morte.Reza a lenda que Bobby e seu dono( guarda noturno para a polícia de Edimburgo )  foram  inseraparáveis por 2 anos até que o mesmo morreu de tuberculose.Bobby então passou o resto de sua vida vigiando o túmulo de seu falecido dono. Há um túmulo em sua homenagem ondem muitos deixam flores, lembranças, cartões e uma estátua do lado de fora e também pelo que pude notar um Pub com o nome de Bobby.  A maior lição mesmo acho que é de lealdade, não é mesmo?

Não me lembro se já comentei no post passado, mas as libras( papel moeda) divergem na escócia e na inglaterra, pois cada banco pode emitir a nota à sua maneira, então Banco da Escócia tem um tipo de nota de 10, 20, 50.. os bancos ingleses outro, então é possível encontrar 2,3, 4 tipo de nota para o mesmo valor, no começo é difícil acostumar-se.

Tendo em vista que outras histórias foram citadas durante a Tour e que não vou conseguir me recordar, acredito que trouxe à tona aqueles que achei mais interessante, mas Edimburgo é uma cidade cheia de história e não é uma simples Tour de 3 horas que será suficiente para contar/ver/observar tudo obviamente. Então para quem pretende visita-la, reserve pelo menos uns 2 dias !

Após a tour decidimos bater perna novamente e não muito longe dali nos dirigimos a Calton Hill que fica à leste da New Town ( parte da cidade conhecida como nova) , um local muito bonito e a sede do governo escoces.Pra finalizar segue abaixo fotos do local.

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No final do dia após andarmos bastante novamente, estavámos cansados e o que nos restou foi parar em um restaurante para saciar a fome, comprar mais algumas lembranças e retornarmos a Glasgow, pois de Glasgow tinhamos que pegar outro trem com destino à Prestwick onde ficamos “hospedados” até o horário do nosso vôo de volta pra Irlanda. Lar doce lar. Então foi isso !

Por fim gostaria de dizer que pelo pouco que conhecemos dessas duas cidades Glasgow e Edimburgo ficou aquele gostinho de quero mais e com certeza em uma outra oportunidade vale a pena passar por estas cidades. Obrigado a todos que acompanham o blog e até a próxima.

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Escócia – Part II Glasgow

Olá pessoal, continuando a saga pelas cidades escocesas de Glasgow e Edimburgo, hoje vou continuar contando como foi o nosso passeio após o almoço, tendo experimentado “haggis” e o famoso refrigerante Irn Bru. Se você não leu ainda a parte I pode fazê-la clicando aqui.

Shopping John Lewis

Então continuando nossa caminhada nos dirigimos até um shopping chamado John Lewis, onde também fica a “The Glasgow Royal Concert Hall”, olha uma loja aqui outra acolá, ir acompanhado de uma mulher é sempre um desafio de paciência nesse momento, mas até que a patroa cooperou e seguimos caminho em direção à “High Kirk of Glasgow” ou catedral de Glasgow, uma igreja muito bonita e que por sinal está em reforma, atrás da igreja fica Necropólis, ou cidade dos mortos, do lado esquerdo fica o “St Mungo Museum of Art and Religious Life” e do lado direito Royal Infirmary como vocês vão poder notar nas fotos a seguir.

Royal Infirmary

High Kirk of Glasgow - Catedral de Glasgow

 

St Mungo Museum of Art and Religious Life

Necropolis

Curioso que somos decidimos entrar no museu, na verdade só entramos mesmo porque era gratuito e também porque podia usar o banheiro, hahaha, brincadeirinha. O museu tem diversas artefatos, cartazes, relíquias mesmo por assim dizer contando um pouco sobre as mais diversas crenças e costumes dos povos em que nelas acreditam. Aqueles que passarem por Glasgow podem conferir e não toma muito tempo, 30 minutos é suficiente para cobrir todo o museu e no final pode contribuir com dois dólares, um pound ou dois euros. Segue abaixo algumas fotos que fiz por lá:

Saindo do museu, tive de convencer a Ivana a ir comigo na “cidade dos mortos”, apesar da relutância da parte dela fomos mesmo assim, afinal eu mando ou não? Vocês devem estar se perguntando o que fazer em um cemitério, mas sem sombra de dúvidas foi muito interessante ver lápides de pessoas que foram dessa para uma melhor há 350 anos atras !! E tudo muito conservado, ok alguns nem tanto, sem contar no tamanho, tudo muito diferente do que estamos acostumados a ver no Brasil. O legal é que o cemitério fica em uma região alta da cidade então é possível ver a catedral por completo além de ter uma vista parcial de outra parte da cidade.

Depois disso,  como já estávamos cansados de tanto andar e também precisávamos verificar horários de ônibus/trem para Edimburgo pois haviamos feito uma reserva por lá, seguimos em direção à estação central novamente. Um fato curioso é que achamos diversas moedas pelo chão, moedas de 1,2,5 e 10 cents. O que já foi útil pois a cada vez que precisávamos usar o banheiro na estação de trem tinhamos de pagar 30 centavos de pound. Optamos por ir de trem para Edimburgo pois tinhamos desconto, foi só apresentar o boarding pass ( ticket do avião) e pagamos metade do preço. A viagem até Edimburgo demora em média 40 minutos e é bem confortável, o trem sai da estação Queen Street em Glasgow e custa por volta de 3,30 pound por pessoa com desconto.

Mais fotos de Glasgow :

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Em um próximo post conto como foi a experiência em Edimburgo e mostro o restante das fotos da nossa viagem, é isso aí pessoal , um abraço e até mais.

 


Escócia – Part I – Glasgow

Olá pessoal leitor do vidalemdublin! Como estão vocês? Espero que bem ! Pois bem deixei o blog sem atualizar por alguns dias por um bom motivo, não não ainda não é emprego, mas sim pela viagem que eu e a Ivana fizemos à Escócia. Decidi por dividir em duas ou mais partes para que não fique uma leitura cansativa e também para eu poder organizar minha idéias.

Então nesse último domingo dia 5 e segunda dia 6 de junho, estivemos na Escócia visitando as cidades de Glasgow e Edimburgo, já esperávamos muito de Edimburgo principalmente, e realmente é inexplicável, e Glasgow não ficou atrás. Vale muito à pena, queria que todos vocês tivessem a mesma oportunidade que tive.

Desde maio passado já haviamos comprado as passagens para Glasgow-Prestwick na Escócia pela Ryaiair, que é uma companhia aérea irlandesa que opera vôos de baixo custo ( LEIA-SE BARATO PRA CHUCHU)  entre várias cidades européias. Quando eu digo barato, é porque você paga 10 euros por destino, ida e volta 20 euros,  por pessoa ! Mas nem tudo é perfeito, normalmente a Ryanair te deixa em aeroportos mais afastados das principais cidade, mas nada que estrague o seu passeio. Sinceramente não sei como eles conseguem manter os custos operacionais e ainda obter lucro, mas se eles conseguem, tá aí o exemplo. Tudo bem que o check-in é feito online, bagagem somente de mão e nada de serviço de bordo. Qualquer solicitação extra é cobrado. Os comissários de bordo passam a todo momento no vôo oferecendo desde água, café, cigarro, produtos de beleza e bilhete da loteria, mas pelo preço vale a pena e o importante é chegar são e salvo, não é mesmo?

Outra coisa que fizemos e que recomendamos é deixar reservado algum hostel/hotel para que a “preocupação” seja apenas apreciar o passeio, os pontos turísticos e a beleza do lugar. Nós optamos pelo Caledonian Backpackers, sugerido por amigos que já se hospedaram e não nos arrependemos. Mas depois eu comento um pouco mais sobre isso, afinal foi em Edimburgo.

A viagem:  Glasgow fica a menos de 400 km de Dublin então o vôo é bem rápido, sinceramente acho que gasta-se mais tempo com carimbo em passaporte, checagem de bagagens e embarque de passageiros do que com o vôo em si, rs ! Brincadeiras à parte, ou não, chegamos à Escócia pelo aeroporto Internacional de Glasgow, que apesar do nome Internacional, é pequeno e fica a 51 km de Glasgow, como eu disse, Nem tudo é perfeito. Mas o aeroporto é servido por trens e ônibus e para nossa alegria com o ticket do avião a gente pagou só meia passagem para ir até Glasgow, então ficou 7.50 pounds para nós dois. Viajar de trem é muito bom, uma pena que no Brasil não houve investimento na continuidade da malha ferroviária.

Aeroporto de Prestwick

Scottish Rail - Trem escôces

Estação de trem no interior da Escócia - Troon

Bilhete de trem

Chegamos na estação Glasgow Central, e logo que saímos de lá já nos deparamos com a arquitetura indescritível da estação ferroviária que foi fundada em 1879 e é a segunda mais movimentada perdendo apenas pra Londres. Fonte: wikipedia.

Ivana na estação de trem Glasgow Central

Estação de trem em Glasgow

Ivana em frente a estação Glasgow Central

Ficamos logo abobados com os prédios, sempre muito detalhados, alguns mais recentes outros mais antigos mas de alguma forma todos parecendo ter alguma história por contar. Reis, rainhas, batalhas, guerras, conquistas ou talvez apenas mais uma obra ,ahn, acho que não! Depois de alguns passos sem rumo encontramos um mapa(placa) e logo definimos alguns lugares a conhecer. Fomos em direção a George Square, em homenagem à George III e palco de shows, eventos, manifestações, paradas, encontros políticos e celebrações.

Arquitetura dos prédios em Glasgow

Arquitetura dos prédios em Glasgow

Após mais algumas fotos fomos abordados por um dos guias turísticos do Glasgow City Tour, um ônibus que double-decker( dois andares ) que leva os turistas aos pontos turísticos mais visitados da cidade com um guia contando um pouco de cada lugar. Como não tinhamos noção de quais lugares visitar e pelo fato de querermos ter uma idéia da cidade optamos por pegar este ônibus. São 9 libras por cabeça e você tem direito a pegar o ônibus quantas vezes quiser, o ticket é válido por 4 dias, mas sinceramente se eu tivesse ido para ficar 4 dias com certeza não teria feito esta opção. Os principais pontos turísticos de Glasgow ficam em um raio de 20-25 minutos andando, com exceção da zona leste da cidade que talvez demore um pouco mais. Enfim, pode ou não valer a pena dependendo do tempo que você possui, grana, vontade, etc.

George Square - Glasgow

Glasgow City Tour Bus ( No ônibus turístico)

Uma vez no ônibus aproveitamos para tirar mais algumas fotos e contemplar a beleza do local, passamos pelo Gallery of Modern Art( Galeria de arte moderna) , Glasgow Cathedral, St Mungo Museum of Religious Life and Art( St Mungo Museu de Arte e Vida Religiosa), Glasgow Necropolis ( Cidade dos Mortos), Merchant Square, Glasgow Science Centre, Clyde Arc ( uma ponte na forma de um arco que passa sobre o rio  Clyde), Scottish Exhibition and Conference Centre ( parecido com o Opera House de Sydney – Australia, só não diga isso para um australiano), Riverside Museum, Botanic Gardens( Jardim Botânico), KelvingGrove Art Gallery & Museum outras ruas com prédios da arquitetura local que em sua maioria é estilo victorian, o que vocês vão notar nas fotos que seguem abaixo.

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O famoso prato escôces "haggis" acompanhados de neeps and tatties

Depois do tour pela cidade, era hora de comer alguma coisa e já era por volta de 2 horas da tarde e o nosso estômago já estava roncando, sendo assim, uma vez na Escócia se faz necessário provar o prato típico que é chamado “haggis”  e consiste das víscera da ovelha, entre outros, coração, pulmão, figado todos muito bem cozidos e temperados com cebola,pimenta, sal, banha, suco de limão e grãos de aveia tostado, dentro do estômago da própria ovelha.Depois faz pequenas os grandes bolas de “haggis” e serve-se frito( acredito eu ), pois como vocês vão repara logo abaixo tem a aparência de um hamburguer. O “haggis” é servido com nipps and tatties(escôces para nabo e batata ), basicamente um purê. A Ivana por sua vez foi mais prudente e optou por macarrão com queijo e tomate que acompanha um pão de alho delicioso por sinal. O prato em si não é ruim, mas também não é algo que eu comeria com deleite. Mas por se tratar de uma ocasião especial, vale à pena. Pra beber pedi uma cerveja Ales e a Ivana pegou o típico refrigerante escocês “Irn Bru”, que pode ser descrita como muito doce e com gosto de tutti-frutti. O mais interessante é que a Escócia é o único ou um dos únicos países em que a coca-cola não é a bebida mais vendida( não alcóolica é claro ), Irn Bru está em primeiro lugar no gosto dos escoceses.

Ivana tomando sua "Irn Bru"

Yay!

Bom pessoal essa foi a primeira parte da nossa aventura por terras escocesas, amanha serei mais breve e colocarei mais fotos com o restante do nosso passeio por Glasgow. Espero que gostem, e comentem também ! Abraços a todos e até a próxima.