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França – Paris – Torre Eiffel

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que tudo bem ! Mais um dia que se passa e mais um post que chega. Vou terminar de contar como foi nosso passeio por Paris que se encerrou no domingo (31-09) com a visita a famosíssima Torre Eiffel. Antes de mais nada também gostaria de dizer que Dublin continua fria e chuvosa como sempre e a rotina continua a mesma entre trabalho-casa-aula-cama.

Voilà, o nosso domingo começou bem cedo afinal era nosso último dia em Paris, e como passou rápido diga-se de passagem, e para iniciar o dia por ironia deixamos para visitar o local mais próximo do nosso hotel por último. A Basílica do Sagrado Coração ficava a menos de 200 metros de caminhada do hotel. Ah, antes que eu me esqueça, se você estiver visitando Paris e não estiver afim de carregar uma fitinha no braço simplesmente seja firme e recuse, mas se estiver de bom humor ou quiser fazer uma doação é só passar próximo aos africanos que se situam em frente a Basílica, e não dê apenas um euro, a princípio é de graça mas depois… eles tem até troco para 50, rs!

Mas falando da basílica…

Basílica Sagrado Coração

basílica do Sagrado Coração (em francês, basilique du Sacré-Cœur) é um templo da Igreja Católica Romana em Paris, sendo, também, o símbolo do bairro de Monte Martre. A basílica está localizada no topo do monte Martre, o ponto mais alto da cidade. A basílica do Sagrado Coração foi construída com mármore travertino extraído da região de Seine-et-Marne, o que lhe proporciona uma tonalidade branca.

Um dos monumentos mais visitados da França, a basílica tem o formato de cruz grega adornada por quatro cúpulas, incluindo a cúpula central de oitenta metros de altura. Na abside, uma torre serve de campanário a um sino de três metros de diâmetro e de mais de 26 toneladas.

A arquitetura da basílica é inspirada na arquitetura romana e bizantina e influenciou outros edifícios religiosos do século XX.

Nós tivemos sorte de chegar um pouco mais cedo e conseguimos visita-la com calma, depois das 11hrs da manha havia uma fila imensa se formando em frente a porta da igreja, dentro da igreja é proibido tirar fotos, mas tem aqueles que o fazem mesmo assim embora tenha seguranças que revistam suas coisas na entrada.Ela impressiona do lado de fora mais do que do lado de dentro na minha opinião, é possível também ter uma boa visão da cidade e tem um bondinho que te leva lá para baixo novamente.

Vamos subir? – Segundo andar Torre Eiffel

O próximo passo era a tão aguardada Torre Eiffel. Reservamos os tickets com antecedência, cerca de 2 semanas antes consegui encontrar ainda pela internet  no horário que queríamos. Domingo, 12h30, o ticket para adulto custa 14 euros e te dá o direito de ir até o topo ( summit ), 12,50 para estudante. E vou ser síncero com vocês se  nós não tivessemos comprado pela internet teríamos amargado 2-3 horas na fila só para pegar o primeiro elevador que te leva até o segundo andar. No segundo andar é preciso trocar de elevador para o terceiro e último andar. Aí vai outra dica, não faça como nós que queríamos levar champagne de garrafa de vidro lá em cima, há revista nas mochilas e eles não autorizam subir, talvez com garrafas plásticas, não sei ! Mas deixamos escondido atrás de uma moita e quando descemos ainda estavam lá as 2 garrafas de champagne… rsrsrs.

A vista do segundo andar já é excelente, há bem mais espaço para caminhar, tem uma espécie de lanchonete com preços praticados em Paris, ok talvez um pouquinho acima da média, mas ainda assim não tão abusivos como no Chateau de Versailles. Há uma outra fila imensa para ir para o terceiro andar, tanto para subir como descer, calcule em média 20-30 minutos de espera. Mas chegar lá é um sonho realizado, afinal quantas e quantas vezes já vi pela televisão, foto, jornal, revista. Estavamos nós no topo do mundo, pelo menos naquele momento. O mundo fica pequeno, literalmente, afinal são 200 e tantos metros de altura, o arco do triunfo parece um lego encaixado no meio de Paris, o Trocadero também, O Louvre olhando lá de cima… nem é tão grande assim, rs !

Tá vendo, o Arco do Triunfo nem é tão grande assim !

Rio Sena visto do segundo andar.

OK, nem tudo é perfeito, 10 euros por 100 ml de champagne não é nada romântico e as grades mais disputadas do mundo para se tirar foto também não são tão glamurosas, é como uma lata de sardinha lá em cima, mas ainda assim é Paris !!! Com certeza estou brincando e falando a verdade ao mesmo tempo, o que vale é curtir o momento, afinal esse é mais um desse meu e porque não nosso intercâmbio.

Acho que passamos umas 3 horas por lá, diria que 40 minutos em fila, seja pra usar o banheiro ou para pegar o elevador, portanto reservem uma manha, ou uma tarde da sua visita à Paris só para a torre Eiffel.

Depois fomos comer algo, pegar as mochilas no hotel e entre esse vai e vem, pega metro, desce escada, sobe escada, já era hora de voltar para casa, nossa boa e fria Dublin estava nos esperando. E esse foi mais um passeio na companhia de vocês leitores. Abraços a todos e até a próxima…..

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França – Paris – Palácio de Versalhes

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que tudo bem !!! Aqui em Dublin o frio está cada vez mais intenso com dias com máximas entre 12 e 13 graus e mínimas entre 3-6 graus o que já é bem frio se considerarmos que estamos ainda no outuno, acho que o inverno vai vir com força total esse ano ! Bom mas continuando a contar sobre como foi nosso passeio em Paris, a bola da vez no segundo dia foi como o título do post sugere – o Palácio de Versalhes ou Château de Versailles.

Ao fundo o Palácio de Versalhes

Saindo do hotel pegamos o metro com destino a Saint Michel, de lá basta pegar o RER (trem) linha C e descer normalmente na última estação, leva cerca de 30-40 minutos.A entrada para o Palácio custa 15 euros e para os jardins 8,50, chegamos por volta das 11 da manha e havia uma fila enorme para comprar tickets, para cortar essa fila e nao disperdiçar seu tempo compre os tickets direto da máquina. Há a opção de comprar o passaporte que custa 25 euros e dá direito também a ver os aposentos de Maria Antonieta.Porém, antes de mais nada é claro gostaria de compartilhar com vocês informações sobre o local que podem ser facilmente encontradas no site wikipedia:

Palácio de Versalhes (em francês: Château de Versailles) é um castelo real localizado na cidade de Versalhes, uma aldeia rural à época de sua construção, mas actualmente um subúrbio de Paris. Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até a família Real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França.

Sala dos espelhos

Em 1660, de acordo com os poderes reais dos conselheiros que governaram a França durante a menoridade de Luís XIV,foi procurado um local próximo de Paris mas suficientemente afastado dos tumultos e doenças da cidade apinhada. Paris crescera nas desordens da guerra civil entre as facções rivais de aristocratas, chamada de Fronde. O monarca queria um local onde pudesse organizar e controlar completamente um Governo da França por um governante absoluto. Resolveu assentar no pavilhão de caça de Versalhes, e ao longo das décadas seguintes expandiu-o até torná-lo no maior palácio do mundo. Versalhes é famoso não só pelo edifício, mas como símbolo da Monarquia absoluta, a qual Luís XIV sustentou.

Considerado um dos maiores do mundo, o Palácio de Versalhes possui 2.153 janelas, 67 escadas,352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque.É um dos pontos turísticos mais visitados de França, recebe em média oito milhões de turistas por ano e fica a três quarteirões da estação ferroviária. Construído pelo rei Luís XIV, o “Rei Sol”, a partir de 1664, foi por mais de um século modelo de residência real na Europa, e por muitas vezes foi copiado.

Vista para os jardins ! Ficou parecendo desenho, mas não é…

Incumbido da tarefa de transformar o que era o pavilhão de caça de Luís XIII, no mais opulento palácio da Europa, o arquiteto Louis Le Vau reuniu centenas de trabalhadores e começou a construir um novo edifício ao lado do já existente. Foram assim realizadas sucessivas ampliações – apartamentos reais, cozinhas e estábulos – que formaram o Pátio Real.

Le Vau, não conclui as obras. Após sua morte Jules Hardouin-Mansart tornou-se, em 1678, o arquiteto responsável por dar continuidade ao projeto de expansão do palácio.Foi quem construiu o Laranjal, o Grande Trianon, as alas Norte e Sul do Palácio, a Capela e a Galeria de Espelhos (onde foi ratificado, em 1919, o Tratado de Versalhes). A última, trata-se de uma sala com 73m de comprimento, 12,30m de altura e iluminada por dezessete janelas que têm a sua frente, espelhos que refletem a vista dos jardins.

Em 1837 o castelo foi transformado em museu de história.O palácio está cercado por uma grande área de jardins, uma série de plataformas simétricas com canteiros, estátuas, vasos e fontes trabalhados, projetados por André Le Nôtre.Como o parque é grande, um trem envidraçado faz um passeio entre os monumentos.

Será que essa cama é antiga? Não deu para ficar observando muito o cheiro de poeira estava demais…

O detalhamento é impressionante, desde os cantos das paredes até o lustre, tudo tem um requinte. O palácio em minha opinião foi uma visita muito mais interessante que a do Louvre por exemplo, me senti novamente um jogador de RPG medieval( jogo de interpretação de personagem). O lado de fora já deixa qualquer um boquiaberto com o tamanho, grandiosidade e imponência e dentro realmente você viaja e fica imaginando todos aqueles banquetes reais,festas,entre outros monarcas, nobres, reis e rainhas que quer queira quer não deixaram um legado para os franceses e para o mundo seja às custas da população ou não, há de se admitir que é um patrimônio cultural.

Os jardins também não deixam por menos, são enormes e muito bem trabalhado, com certeza o custo de manutenção dever ser altíssimo, mas por outro lado deve gerar muitos empregos ! São fontes, estátuas, flores, arvores, verde e mais verde espalhados até onde os seus olhos conseguem enxergar. Passar um dia inteiro percorrendo o local ainda seria pouco para cobrir toda a área.O único ponto baixo talvez seja o preço de alimentação, uma vez que se está lá dentro é pegar ou largar visto que se tens intenção de passar um bom tempo por lá precisa se alimentar e descansar as pernas de tempos em tempos. Mas com certeza é uma experiência única.

Já eram lá pelas 4 da tarde quando resolvemos ir embora e a nossa próxima parada foi em frente ao Arco do Triunfo, mais um cartão postal parisiense! Pra ser síncero não imaginava que o local era tão grande e que havia a possibilidade de subir no seu topo( fiquei sabendo apenas algumas semanas antes de viajar à Paris). São 12 avenidas que saem dali e o trânsito é caótico afinal não há semaforos e a regra apenas é ir para a direita!!!!

Parece que esses jardins não tem fim….

Arco do Triunfo (francês: Arc de Triomphe) é um monumento, localizado na cidade de Paris, construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Em sua base, situa-se o Túmulo do soldado desconhecido (1920). O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, uma das duas extremidades da avenida Champs-Élysées.

A galera reunida em frente ao Arco do Triunfo

Depois de algumas fotos nos dirigimos a ponte Alexandre III  que atravessa o rio Sena em Paris. Faz parte do conjunto arquitetônico formado pelo Grand Palais e Petit Palais, limita-se ao norte pela avenida Champs-Élysées e é por vezes considerada uma das mais emblemáticas pontes de Paris. Foi construída entre 1896 e 1900.A ponte é decorada com querubimninfas e cavalos alados nas extremidades. Foi nomeada após a aliança Franco-Russa feita pelo czar Alexandre III em 1892. Seu filho Nicolau II lançou a pedra fundamental em Outubro de 1896.

Ponte Alexandre III

Voltamos ao hotel para dar uma descansada e comer alguma coisa afinal ninguém é de ferro, não é mesmo? Reservamos a noite para passarmos em frente ao Moulin Rouge, o famoso cabaré ! E depois tirarmos umas fotos da Basílica do Sagrado Coração iluminada. E assim acabou nosso segundo dia de passeio já exaustos porém ansiosos pelo domingo afinal estaríamos subindo na Torre Eiffel, algo que vimos pela televisão, fotos, revistas, jornais e nesse dia seríamos nós concretizando nossos sonhos, bom tenham uma boa leitura, deixem vosso comentário e até a próxima ! Espero que gostem…

Basílica do Sagrado Coração ou Sacre Coeur