Just another Brazilian Student in Ireland

França – Paris – Palácio de Versalhes

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que tudo bem !!! Aqui em Dublin o frio está cada vez mais intenso com dias com máximas entre 12 e 13 graus e mínimas entre 3-6 graus o que já é bem frio se considerarmos que estamos ainda no outuno, acho que o inverno vai vir com força total esse ano ! Bom mas continuando a contar sobre como foi nosso passeio em Paris, a bola da vez no segundo dia foi como o título do post sugere – o Palácio de Versalhes ou Château de Versailles.

Ao fundo o Palácio de Versalhes

Saindo do hotel pegamos o metro com destino a Saint Michel, de lá basta pegar o RER (trem) linha C e descer normalmente na última estação, leva cerca de 30-40 minutos.A entrada para o Palácio custa 15 euros e para os jardins 8,50, chegamos por volta das 11 da manha e havia uma fila enorme para comprar tickets, para cortar essa fila e nao disperdiçar seu tempo compre os tickets direto da máquina. Há a opção de comprar o passaporte que custa 25 euros e dá direito também a ver os aposentos de Maria Antonieta.Porém, antes de mais nada é claro gostaria de compartilhar com vocês informações sobre o local que podem ser facilmente encontradas no site wikipedia:

Palácio de Versalhes (em francês: Château de Versailles) é um castelo real localizado na cidade de Versalhes, uma aldeia rural à época de sua construção, mas actualmente um subúrbio de Paris. Desde 1682, quando Luís XIV se mudou de Paris, até a família Real ser forçada a voltar à capital em 1789, a Corte de Versalhes foi o centro do poder do Antigo Regime na França.

Sala dos espelhos

Em 1660, de acordo com os poderes reais dos conselheiros que governaram a França durante a menoridade de Luís XIV,foi procurado um local próximo de Paris mas suficientemente afastado dos tumultos e doenças da cidade apinhada. Paris crescera nas desordens da guerra civil entre as facções rivais de aristocratas, chamada de Fronde. O monarca queria um local onde pudesse organizar e controlar completamente um Governo da França por um governante absoluto. Resolveu assentar no pavilhão de caça de Versalhes, e ao longo das décadas seguintes expandiu-o até torná-lo no maior palácio do mundo. Versalhes é famoso não só pelo edifício, mas como símbolo da Monarquia absoluta, a qual Luís XIV sustentou.

Considerado um dos maiores do mundo, o Palácio de Versalhes possui 2.153 janelas, 67 escadas,352 chaminés, 700 quartos, 1.250 lareiras e 700 hectares de parque.É um dos pontos turísticos mais visitados de França, recebe em média oito milhões de turistas por ano e fica a três quarteirões da estação ferroviária. Construído pelo rei Luís XIV, o “Rei Sol”, a partir de 1664, foi por mais de um século modelo de residência real na Europa, e por muitas vezes foi copiado.

Vista para os jardins ! Ficou parecendo desenho, mas não é…

Incumbido da tarefa de transformar o que era o pavilhão de caça de Luís XIII, no mais opulento palácio da Europa, o arquiteto Louis Le Vau reuniu centenas de trabalhadores e começou a construir um novo edifício ao lado do já existente. Foram assim realizadas sucessivas ampliações – apartamentos reais, cozinhas e estábulos – que formaram o Pátio Real.

Le Vau, não conclui as obras. Após sua morte Jules Hardouin-Mansart tornou-se, em 1678, o arquiteto responsável por dar continuidade ao projeto de expansão do palácio.Foi quem construiu o Laranjal, o Grande Trianon, as alas Norte e Sul do Palácio, a Capela e a Galeria de Espelhos (onde foi ratificado, em 1919, o Tratado de Versalhes). A última, trata-se de uma sala com 73m de comprimento, 12,30m de altura e iluminada por dezessete janelas que têm a sua frente, espelhos que refletem a vista dos jardins.

Em 1837 o castelo foi transformado em museu de história.O palácio está cercado por uma grande área de jardins, uma série de plataformas simétricas com canteiros, estátuas, vasos e fontes trabalhados, projetados por André Le Nôtre.Como o parque é grande, um trem envidraçado faz um passeio entre os monumentos.

Será que essa cama é antiga? Não deu para ficar observando muito o cheiro de poeira estava demais…

O detalhamento é impressionante, desde os cantos das paredes até o lustre, tudo tem um requinte. O palácio em minha opinião foi uma visita muito mais interessante que a do Louvre por exemplo, me senti novamente um jogador de RPG medieval( jogo de interpretação de personagem). O lado de fora já deixa qualquer um boquiaberto com o tamanho, grandiosidade e imponência e dentro realmente você viaja e fica imaginando todos aqueles banquetes reais,festas,entre outros monarcas, nobres, reis e rainhas que quer queira quer não deixaram um legado para os franceses e para o mundo seja às custas da população ou não, há de se admitir que é um patrimônio cultural.

Os jardins também não deixam por menos, são enormes e muito bem trabalhado, com certeza o custo de manutenção dever ser altíssimo, mas por outro lado deve gerar muitos empregos ! São fontes, estátuas, flores, arvores, verde e mais verde espalhados até onde os seus olhos conseguem enxergar. Passar um dia inteiro percorrendo o local ainda seria pouco para cobrir toda a área.O único ponto baixo talvez seja o preço de alimentação, uma vez que se está lá dentro é pegar ou largar visto que se tens intenção de passar um bom tempo por lá precisa se alimentar e descansar as pernas de tempos em tempos. Mas com certeza é uma experiência única.

Já eram lá pelas 4 da tarde quando resolvemos ir embora e a nossa próxima parada foi em frente ao Arco do Triunfo, mais um cartão postal parisiense! Pra ser síncero não imaginava que o local era tão grande e que havia a possibilidade de subir no seu topo( fiquei sabendo apenas algumas semanas antes de viajar à Paris). São 12 avenidas que saem dali e o trânsito é caótico afinal não há semaforos e a regra apenas é ir para a direita!!!!

Parece que esses jardins não tem fim….

Arco do Triunfo (francês: Arc de Triomphe) é um monumento, localizado na cidade de Paris, construído em comemoração às vitórias militares de Napoleão Bonaparte, o qual ordenou a sua construção em 1806. Inaugurado em 1836, a monumental obra detém, gravados, os nomes de 128 batalhas e 558 generais. Em sua base, situa-se o Túmulo do soldado desconhecido (1920). O arco localiza-se na praça Charles de Gaulle, uma das duas extremidades da avenida Champs-Élysées.

A galera reunida em frente ao Arco do Triunfo

Depois de algumas fotos nos dirigimos a ponte Alexandre III  que atravessa o rio Sena em Paris. Faz parte do conjunto arquitetônico formado pelo Grand Palais e Petit Palais, limita-se ao norte pela avenida Champs-Élysées e é por vezes considerada uma das mais emblemáticas pontes de Paris. Foi construída entre 1896 e 1900.A ponte é decorada com querubimninfas e cavalos alados nas extremidades. Foi nomeada após a aliança Franco-Russa feita pelo czar Alexandre III em 1892. Seu filho Nicolau II lançou a pedra fundamental em Outubro de 1896.

Ponte Alexandre III

Voltamos ao hotel para dar uma descansada e comer alguma coisa afinal ninguém é de ferro, não é mesmo? Reservamos a noite para passarmos em frente ao Moulin Rouge, o famoso cabaré ! E depois tirarmos umas fotos da Basílica do Sagrado Coração iluminada. E assim acabou nosso segundo dia de passeio já exaustos porém ansiosos pelo domingo afinal estaríamos subindo na Torre Eiffel, algo que vimos pela televisão, fotos, revistas, jornais e nesse dia seríamos nós concretizando nossos sonhos, bom tenham uma boa leitura, deixem vosso comentário e até a próxima ! Espero que gostem…

Basílica do Sagrado Coração ou Sacre Coeur

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