Just another Brazilian Student in Ireland

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Grécia – Zakynthos – De volta à realidade

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que bem ! Após mais um período de abstinência( rs ) estou de volta para terminar a novela grega que começou em agosto. Aqui na Irlanda as coisas continuam iguais, frio, vento, trabalho-casa-trabalho, de vez em quando um almoço na casa dos amigos, um cineminha no final de semana, afinal depois que acostumamos com o local as coisas acabando tornando-se rotineiras, não é mesmo? Mas não que isso seja chato ou tedioso, apenas o rumo natural dos acontecimentos.

Laganas Beach

Mas continuando… Onde foi mesmo que parei? Ah é, então, o nosso último dia em Zakynthos, com as motocas já consertadas, maisoumenos, resolvemos ir ao lado sudoeste da ilha, saímos um pouco tarde e fomos em direção à praia mais badalada da ilha, frequentada pelos jovens e aqueles que gostam da noite. Laganas Beach, sim se você for a Zakynthos e gosta de muita agitação, festa, McDonalds, KFC, barulho, etc, esse é o lugar apropriado. Os locais não gostam da praia, dizem que é a mais suja e que tem muitas brigas. Pelo que vimos, realmente é mais “suja” que as outras em que estivemos, mas a água cristalina é a mesma das outras.

Foi ali também que experimentamos o que nós chamamos de churrasquinho grego, ou pita gyros, não sei se é de origem grega mas tem espalhado por toda parte e é muito bom.

Marathias Beach – montanhas, pedras, céu azul e muito calor

Seguindo em frente, aliás e bota frente nisso, afinal era uma reta sem fim, eis que acaba a nossa gasolina(hahahaha), pois é! E não foi por descuído nosso, havíamos deixado as motocas pro conserto, só que eles trocaram, nos deram outra e sem gasolina, sem vergonhas ! Mas fazer o que né? Os nossos amigos voltaram e buscaram na famosa garrafinha pet, é o jeitinho brasileiro na Grécia….

Fomos até a praia conhecida como Marathias Beach, uma praia um tanto quanto isolada, totalmente diferente de Laganas, não só pelo agito mas também porque a praia é de pedrinhas e fica fundo bem mais próximo, diferentemente de Laganas onde podíamos caminhar 50 metros mar adentro. Local muito bonito, impressionante também, um pouco parecida com a praia de Xigia, mas maior, com uma faixa de areia maior. O fato engraçado ficou pelo nossos amigos que não conseguiram subir o morro com a motoca que desligou na metade do caminho. O caminho é sinuoso e muito mas muito íngreme, portanto se um dos passageiros, assim digamos exceder um pouco o peso, o jeito é fazê-lo caminhar e o outros de menor peso guiar a motoca até o cume…. hahahaha

Marathonisi island – ilha de Marathonisi, a vista do avião é fantástica e foi uma aventura e tanto chegar até lá com o nosso barquinho

O ponto alto do nosso dia ainda estava por vir, afinal por 45 euros alugamos um barco por 2 horas. Sim isso mesmo, um barco, pequeno é claro, porque? Para chegarmos até Marathonisi, uma ilhota que fica a alguns kilometros da ilha de Zakynthos precisávamos de um barco e também pela curiosidade.  Um local com uma beleza inexplicável também, as águas cristalinas não precisam ser citadas, azuis ou verdes, praia com areia porém o mar com pedrinhas, machuca um pouco para caminhar. OK, mas a diversão mesmo ficou pelo barco, logo que chegamos o primeiro desafio foi ancorar, primeiro pensamos que poderíamos ancora-lo no porto principal, ledo engano. Um italiano começou uma gritaria sem fim conosco, achando que soubéssemos o que ele estava dizendo, segundo que não tínhamos noção do que fazer e terceiro que o vento estava jogando nosso barco contra o porto, no final das contas ligamos o barco de novo e conseguimos coloca-lo na praia e prende-lo na areia.

Praia de Marathonisi – ao fundo a ilha de Zakynthos

Eu particularmente tenho medo de altura e de alto-mar, primeiro porque não sei voar, segundo porque não sei nadar, justifica-se não? Devido a este fato não aproveitei tanto esse passeio, afinal na hora de volta o vento estava contra nosso barco e parecia que íamos tombar a qualquer momento, certo podem rir mas pelo menos não tenho medo de injeção !!! Valeu a experiência…

Por fim, no final da noite ainda demos uma voltinha pelo centro de Zakynthos, mas nada que realmente mereça algum comentário, os atrativos são mesmo as praias, a beleza natural, o calor, a culinária, a aventura, a diversão. Com certeza vou levar essa viagem pro resto de minha vida e o gosto de quero mais sempre irá permanecer, uma semana diria que foi o suficiente, mas com certeza 10 dias ou duas semanas seriam muito melhor.

Acho que é isso galera, fiquem com mais fotos e se precisarem de informações sintam-se à vontade para perguntar, deixem seus comentários e até a próxima…. ou melhor Au revoir !

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Grecia – Zakynthos – Aventurando-se pela ilha

Ola pessoas, tudo bem com voces? Espero que sim ! Bom aqui em Dublin estamos na velha rotina de sempre, casa-trabalho-casa, final de semana um cineminha aqui, acolá e de vez em quando um almoço ou janta entre amigos. O tempo não contribui muito mesmo no verão, que alias já esta se despedindo e dando lugar ao outono, já começa a se tornar visível a queda das folhas das arvores e os dias estao ficando mais curtos !!! Vamos ver o que vai acontecer nesse próximo inverno, mas nos já vamos ter fugido daqui… rsrsrs!

Quads – ou quadriciclos, basta acelerar e frear

Enfim, continuando a contar sobre nosso passeio pela ilha grega de Zakynthos, nos nossos dias restantes de passeio, ou seja, quarta, quinta e sexta decidimos alugar um carro. A Ivana, nossa única motorista com carteira não havia trazido sua carteira internacional de habilitação, havia deixado em Dublin, entre idas e vindas eis que decidimos alugar os “quads”, quadriciclos e fomos explorar a ilha. Ai vocês me perguntam, mas e quem dirigiu? Então, as coisas por la sao bem sossegadas, não tem fiscalização e acho que pelo bem do turismo também os policiais pouco atuam ou autuam, me perdoem o trocadilho, rs ! Eu e meu flatmate pegamos as motocas envenenadas, botamos as prendas na garupa e saímos sem destino, rsrs. Mentira, na verdade a Ivana começou dirigindo, mas ela andou menos de 500 metros e subiu em cima da calcada quase nos “matou”, eu que não sou louco, tratei de aprender ali na hora mesmo e assumi a direção, afinal e só acelerar e frear, sem marchas, muito simples. O aluguel ficou 60 euros se não estou enganado, pelos 3 dias e o dono da local onde alugamos as quads colocou as duas no nome da Ivana, afinal era a única que possuía habilitação, no final ele ainda ficou impressionado que queríamos os capacetes.

E assim sendo, os destemidos viajantes que mais pareciam estar andando em um velotrol motorizado seguiram em direção as praias do sul da ilha, sudeste para ser mais exato.Para não dizer que fomos sem destino, no dia anterior havíamos ido ao pub e levado o laptop e pesquisado as praias mais interessantes para podermos fazer nossas paradas, entrar na água, nos refrescarmos e bater fotos, como sempre 1001 poses diferentes para agradar as patroas.

Não vou me recordar o nome dessa praia, foi mais para fazermos um lanche e seguirmos adiante, mesmo assim valeu a parada.

Nossa primeira parada foi em uma praia meio que deserta, fizemos um lanche por la e seguimos em direção a praia conhecida como Banana Beach, uma grande extensão de areia, no começo algumas pedrinhas mas depois somente areia e a possibilidade de caminhar mar adentro por um bom pedaço, muitos jovens nessa praia e praticantes de esportes aquáticos, jet-skis, banana-boats, barcos, etc.

Banana Beach – areia que torrava os pés

O próximo destino foi a praia chamada St. Nicholas Beach, uma das praias que mais gostamos, muito bonita, uma faixa de areia menor, porem pessoal praticando uma especie de badmington na areia ou raquetebol ou seja lá o que for, som rolando, águas cristalinas como sempre, uma cenário um pouco diferente, já algumas montanhas o que deixava ainda tudo mais bonito.

St. Nicholas Beach

Por fim, na quarta feira, chegamos ao ponto extremo da ilha, Gerakas, onde as tartarugas põem seus ovos, local de preservação, uma praia mais deserta e mais procurada por aqueles que querem relaxar e/ou flagrar alguma tartaruga marinha. O agito ficou lá pra trás nas outras praias. E nisso voltamos exaustos, mas realmente feliz com o que vimos. Sem duvida foi uma boa pedida.

Gerakas beach

Na quinta-feira nosso passeio foi um tanto quanto curioso, decidimos conhecer o lado nordeste, norte e noroeste da ilha. Começamos bem cedo e nossa primeira parada foi Alyke-Alykanas, praias de águas azuis, com algumas ondas, o que diferencia um pouco das outras praias nas quais ainda não havia observado nenhuma onda. Praia movimentada, mas também com possibilidade de se caminhar bastante mar adentro com água bem rasa.

Alykes-Alykanas

Cenário de tirar o fôlego!

Continuando nossa aventura, começamos a subir e bota subida nisso, o lado oeste da ilha e formado por penhascos e mais penhascos, praias inacessíveis e paisagens belíssimas, contraste de cores, o azul do céu se confunde com o do mar e o contorno das montanhas verdes ou amarelas devolvem um pouco da noção de realidade aos nossos olhos, ao mesmo tempo que íamos subindo íamos contemplando uma beleza sem tamanho. Um pouco apos o meio-dia chegamos a praia de Xigia, esta que já citei no post anterior que possui propriedade medicinais e tem o tal cheiro de enxofre. Antes porem, fizemos uma boquinha em um restaurante desses caseiros, beira de estrada, ali perdido no meio do nada que ninguém daria um vintém, ledo engano. O local estava praticamente vazio, escolhemos as mesas, as meninas pegaram as famosas greek salads ( saladas gregas que contem, alface, tomate, azeitonas pretas, queijo feta e pimentão) , eu escolhi um frango a moda da casa, muito bem temperado, muito bom, no final ainda recebemos uma melancia cortadinha e gelada como tinha de ser, comemos ate explodir por um preço bem generoso, não ficou mais do que 10 euros por pessoa contando com as bebidas.Mas voltando a praia, o local e totalmente íngreme, as motocas deixamos no topo do abismo, haha e depois descemos e descemos e foi onde fizemos essa foto.

Xigia beach

Xigia Beach – essa parte da praia só tinha como acessar nadando ou de barco

Mas ainda não havíamos chegado, ha uma escadaria enorme de onde se da acesso a praia. Totalmente constituída de pedras, mas uma visão muito bonita, uma estreita faixa de areia, algumas cadeira com guarda-sol para locação, eu diria que mais do que 40 pessoas e o suficiente para deixar o local lotado. Diferentemente das outras praias não tem como ir mar adentro se você não sabe nadar, a praia em si é acessível , o lado sul, mas o lado norte somente alugando um barco ou ir nadando ate la. O legal e levar um óculos de mergulho e observar a fauna marinha visto que a água e quase transparente.

Na beira do penhasco

Opa, será que coloquei o foco no lugar errado?!

Passado um tempo, fotos, uma boa refrescada na água, continuamos nossa jornada subindo mais adiante com destino a praia de Navaggio ou Shipwreck, aquela que comentei com vocês de onde só é possível chegar de barco ou helicóptero, mas dessa vez estávamos indo a parte de cima para tirar fotos. Sem duvida e a parte mais alta da ilha, a altitude ultrapassa os 200 metros e o caminho  ate faz trancar os ouvidos, de um lado o oceano, do outro um paredão enorme. Mas valeu a pena, a vista e fantástica e fascinante, não tínhamos noção de que havíamos estado em um local tão bonito apenas 2 dias atrás. A água de um azul impressionante parece tinta e tudo parece que foi minuciosamente arquitetado ( ficou estranho isso que eu disse neh?) . A principio estávamos receosos de ir ao pé do morro para poder fazer as melhores fotos, afinal o caminho havia sido bloqueado, mas apos escutar de outros turistas que o local era seguro, eis que decidimos ir, e com certeza teríamos nos arrependido se não tivéssemos! Muito mato, pedra e terra mas desde que nao se aproxime demais não há perigo, da para fazer as fotos de cartão postal.

Jogaram tinta azul na água não é não?!!

Nesse local havia um estacionamento para deixarmos as motocas e um rapaz vendendo bebidas e doces típicos. Refleti por um momento e pensei na minha vida, de turista, aproveitando ao máximo aquele momento e ao mesmo tempo na vida daquele rapaz que durante uma parte do ano trabalha arduamente produzindo todas aquelas bebidas para tentar vende-las na alta temporada e ajudar sua família pelo que ele me contou, mas mesmo assim alegre, tentando rasgar seu inglês e vender uma aqui outra acolá, e o preço ? Míseros 2,50 por uma garrafa de 500 ml, um vinho parecido com quentão, mas que leva outros ingrediente, muito boa por sinal.

O tal do porto Vromi

Mas esse dia também foi o de maior stress, afinal ao invés de irmos embora, decidimos nos dirigir a Porto Vromi, não sei por que diabos eu achei que havia algo lá, apenas um porto! O caminho era sinuoso, curvas de dar inveja a Serra do Mar, ou o trecho entre Vacaria e Caxias do Sul no RS, montanhas, montanhas e mais montanhas para chegar a lugar nenhum, apenas um porto, dia já escurecendo e a minha motoca ficou sem freio, haaaaaaaaaaaa ! Isso mesmo, o disco do freio esquentou de mais em toda aquela serra e  fiquei sem o freio, apenas o freio de mão. Levou um tempo ate convencer a Ivana a subir na motoca e irmos morro acima, la não funcionava telefone e estávamos a 40 km praticamente da nossa praia e para ajudar estava escurecendo e a outra motoca não estava com as lanternas funcionando, hahaha. Conseguimos ir, aos trancos e barrancos, chegou uma hora que a motoca começou a morrer e só o meu flatmate para conseguir ligá-la, e assim fomos ate que uma hora não funcionou mais. O que fizemos? Paramos, afinal já estávamos próximo, cerca de 5 km e isso já eram quase 10h30 da noite, afinal havíamos saído de la as 8hrs.

Peguei a motoca que estava funcionando, exceto pelas luzes, e fui, seguindo as placas, sem luz, apenas me guando pela faixa que dividia a pista, eu motorista de primeira viagem, mas consegui, cheguei são e salvo e fui pedir resgate que no final das contas foi desnecessário, enquanto eu ia em minha missão solitária, Ivana, Sabrina e Myron tentaram, tentaram ate que fizeram funcioná-la novamente, como? A motoca só ligava quando pisava no freio, então vieram os 3, pisando no freio ( que não funcionava ), apertados e no final deu tudo certo, mas que foi um final de dia trágico, isso foi !

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Acho que já escrevi demais, não queria, mas vou fazer um capitulo final, contando como foi a sexta-feira, onde alugamos ate um barco, me caguei de medo, com o perdão da palavra, hahaha,o lado sudoeste da ilha, as praias de Laganas, Marathias e a ilhota de Marathonisi que fomos de barco, as ultimas impressões e a saudade que aquele local deixou ! Abraços a todos e tenham uma ótima semana.

Fiquem com as fotos!


Grécia – Zakynthos – A ilha

Olá pessoal! Tudo bom com vocês? Espero que sim! Mas um tempinho sem aparecer por aqui massss.. voltei, o bom filho a casa torna como dizem por aí. Pra variar um pouco e comentar sobre as notícias meteorológicas, bom, o de sempre o dito verão já esta se acabando, já se fala no outono e já vejo a movimentação nas estradas, canteiros e mais canteiros de obras pensando lá na frente na probabilidade de neve. Mas no mais tudo bem e tocando a vida.

Porto de Zakynthos – Imagem feita do barco

Continuando a contar como foi nossas férias na Grécia, vou falar como foram os 3º e 4º dias. Não sei se desacostumamos com o calor afinal já estou aqui há quase 1 ano e meio e a Ivana há quase 2 anos e pra nós qualquer 15 graus é motivo de festa afinal é quente, não é? Acho que estamos climatizados e uma futura volta para o Brasil vai ser motivo de bastante queixas ( especialmente da minha parte) sobre o calor. Mas então após divagar um pouco… acho que lá é mais quente que no Brasil rsrs !

Golfinhos nadando rente ao barco e se exibindo para as fotos é claro!

Vamos ao que interessa, bom, seja qualquer a praia que você se hospede por lá, a maioria (como eu já devo ter citado em algum post anterior) dos comércios vivem em função do turismo e portanto só funcionam por temporada e a proporção de agências de locação de carro, lojas de souvenirs, restaurantes, pubs é a mesma do que farmácias no nosso BR, rsrsrs. Mas então a cada esquina encontra-se um local que oferecem passeios pela ilha, cruzeiros que levam as praias mais famosas da ilha ou barcos menores que conseguem entrar nas famosas Blue Caves ( cavernas azuis ). Dentre esses passeios oferecidos optamos pelo cruzeiro que tomava o dia todo, ou seja, das 9 da manha às 5 da tarde para a segunda-feira e na terça decidimos ir em um parque aquático que tomava metade do dia das 11 da manha às 4 da tarde. Em todo lugar pechinchar é valido, afinal se eles não agradarem o turista tem o vizinho que vai fazer você, concorrência é feroz.

Local da primeira parada, fomos nadando até aquela caverna ali.

Mar azul, céu azul, águas cristalinas, montanhas e mais montanhas.

Poseidon’s face, a direita da foto o formato daquela rocha é dito ser o rosto de poseidon.

Eis que chega a segunda e vamos nós dar um passeio ao redor da ilha. O “cruzeiro” tem 3 andares e nós tivemos a feliz ideia de ir na frente tomando sol na lata o dia todo, Ô BELEZA !!! Depois quem sentiu na pele foi eu, LITERALMENTE, mas o que a gente não faz pra agradar a mulherada, huh? Bate foto aqui, foto ali e após umas 2 horas de “andança” chegamos a uma praia a qual não recordo o nome que também tinha uma caverna e foi a nossa primeira parada. Um calor do inferno, mal dava pra colocar o pé no chão no bendito barco que queimava e a gente louco para entrar na água, detalhe 10m de profundidade, 4 analfabetos aquáticos, mas que para NOOOOOSSA Alegria haviam coletes salva vidas e pudemos ( receosos) nadar como peixes !!! A cor da água não precisa ser comentada, o legal era que dava para observar as enormes pedras e em alguns pontos dava para subir em cima delas e parecia até que dava pé !

Acho que eu não menti sobre a cor da água né!?

Alguns passos e já não dá mais pé

Pena que os barcos descarregam todos no mesmo horário e daí fica aquela muvuca, mas nada que atrapalhasse.

Depois de uns 30 minutos continuamos viagem agora com destino a famosa praia Navaggio ou Shipwreck ou Naufrágio em português. O mais legal foi que no meio do caminho apareceram golfinhos exibidos que ficaram nadando ao lado do barco por um bom tempo e como gostam de se mostrar, eram 2 e nadavam de um lado para o outro e às vezes pulavam e davam um SPLASH espirrando água na gente, bom por esse lado valeu a pena ter ficado na parte de traz do navio ( desculpem-me se eu disse frente antes) .

Este é o navio que dá nome a praia atualmente. Estava transportando cigarros ilegais e acabou naufragando ali em 1983. Desde então a praia é conhecida como Shipwreck Beach. Detalhe que eu tirei a foto bem ao lado do nome “Ivana”, coincidência ou destino?

Shipwreck beach, acesso somente de navio ou helicóptero!

Após mais um tempo de navegação chegamos a famosa praia e realmente o local é impressionate, seja pela cor da água que é azul turquesa e ao mesmo tempo azul piscina, seja pelo isolamente do local que só acessível por helicóptero ou barco ou nadando ( desde que você cruze a ilha a nado, hahaha), afinal é apenas a praia e um paredão que torna o local ainda mais interessante. A sua pequena extensão de areia ainda conta com um navio naufragado desde os anos 80, todo enferrujado e todo rabiscado, afinal todo mundo que passa por lá quer deixar a sua “marca”. As pedrinhas brancas talvez sejam o motivo das águas serem tão limpas e cristalinas e o interessante é que mesmo os barcos mais grande chegam bem próximos da areia afinal menos de 5 metros mar adentro a profundidade já ultrapassa os 3 metros. Mais uma vez solicitamos os coletes e pudemos curtir numa boa, que falta faz não saber nadar hãn!? Sem palavras, vale cada momento.

Com barcos menores é possível entrar dentro das Blue Caves.

Continuando o passeio a nossa última parada foi em Xigia Beach que é conhecida como sulphur beach ou traduzindo praia de enxofre. Ela é dividida em duas partes, norte e sul. O cheiro não é tão forte, aliás é quase imperceptível, acredito que pela ação do vento que sopra quase todo o tempo, mas de vez em quando dá para sentir aquele cheirinho de ovo podre, hahahaha, mas a praia é bonita, cheia de pedra, com águas esverdeadas, ainda cristalinas e uma pequenina faixa de areia, é de difícil acesso como pudemos constatar dias depois, mas é assunto de um próximo post.

Xigia Beach, ok essa foto foi feita em outro dia quando fomos de quadriciclo, mas foi a melhor foto que consegui. Essa é praia do enxofre que possui propriedades medicinais.

E assim foi a nossa segunda feira, no final do dia estavamos exaustos, mas ainda teve uma noite típica grega e até entramos na dança ( literalmente), parece mais uma quadrilha como alguns passos de dança gaúcha, sei lá !

A terça feira foi o nosso segundo passeio, mas que não há nada de especial para contar. Para o pessoal que conhece o Wet’n’Wild em São Paulo, o qual eu nunca fui ou o Marina Park no Rio grande do sul que também nunca fui, deve ser a mesma coisa, talvez melhor, talvez pior. Mas eu como adoro tobogãs, toboagua e qualquer que seja a queda livre até a piscina fazendo a adrenalina subir está valendo. Foram algumas horas de relaxamento e saindo um pouco da água salgada e bebendo um pouco de água com cloro, né? Ah, e terminando com o resto de pele que eu tinha até na segunda, afinal depois de um dia todo queimando no sol, na terça para complementar mais sol e as costas arranhadas da diversas descidas nos toboáguas ou qualquer que seja o nome.

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Bom, agora chega de “falar” e vou tentar encerrar essa nossa empreitada sobre a Grécia no próximo post, contando para vocês como foi minha primeira experiência dirigindo, sem carteira,aliás nunca havia dirigido na minha vida, pilotando barco, é isso mesmo… NUNCA MAIS ( pelos menos pra mim) e nossa missão de exploração a ilha de Zakynthos.

Tenha uma ótima semana e abraços a todos.


Grécia – Zakynthos – Primeiros dias

Olá pessoal, tudo bom vocês? Espero que sim! Volto ao blog hoje para continuar contando como foi nossa viagem à Grécia.

Em algum lugar no oceano…

Assim como em um intercâmbio quando queremos viajar nem que seja para a cidade vizinha alguma coisa temos que pesquisar, nesse caso por exemplo os horários de ônibus, trem, ou se você tem carro esqueça o que eu falei, rs. Mas então para um passeio como esse no qual ficamos uma semana, e a intenção era descansar e não sair correndo para visitar todos os pontos turísticos e tirar o máximo de fotos possíveis em dois ou três dias rsrsrs, vale muito a pena pesquisar e aqui na Irlanda há diversas agências de viagens que oferecem os mais variados pacotes de férias para 1-2 semanas. Dentre os lugares oferecidos estão Grécia, Bulgaria, Chipre, Espanha, Portugal, Turquia, vai do gosto do freguês e a diferença de preço pode variar muito de um país para outro, de uma cidade em um determinado país para outra, período em que você vai viajar, ex. baixa temporada ou alta temporada e até mesmo de uma praia para outra em uma mesma cidade e portanto vale muito a pena pesquisar e comparar o que cada agência oferece.

Alexandra Beach Hotel visto do cruzeiro que fizemos pela ilha na segunda-feira!

Os pacotes são a passagem aérea ida e volta, a acomodação e pode ser self-catering, breakfast, half board ou all inclusive, mas o que é isso??! Calma que eu explico..

Self Catering – Não há nenhuma refeição incluída;
Breakfast – Você terá direito ao café-da-manhã;
Half-Board – Café-da-manhã e mais uma refeição, que normalmente é o jantar;
All-Inclusive – Café-da-manhã, almoço e janta, alguns lugares até um chá da tarde ou lanchinhos durante o dia.

Geralmente a diferença entre self catering e half board não é muito grande, e visto que nós estavamos indo para descansar então era muito conveniente ter café da manhã e jantar a nossa disposição (estilo buffet) . Não optamos por all-inclusive porque é sempre bom ter a liberdade de sair, comer algo fora e não ficar preso aos horário do hotel.Fechamos com a directholidays.ie, tudo pela internet, nenhum contato por telefone ou pessoalmente, passagens aéreas e contrato em nossas mãos uma semana depois.

O vôo entre a Irlanda e a Grécia dura em torno de 4hrs, um tanto quanto cansativo mas a chegada faz nos esquecer de tudo. O mar azul de águas cristalinas, o sol brilhando, praias e mais praias e um céu azul que há muito tempo não se via.

Vista do hotel.. ahhhHH

O primeiro baque que tivemos foi com a temperatura, afinal saindo do verão irlandes com temperaturas que quando estão altas chegam a 22 graus e saindo do avião com aquele ar quente e abafado e temperaturas beirando a casa dos 40 graus. A vontade é de largar as malas ali mesmo no aeroporto e procurar a praia mais próxima para se refrescar, rs! Ah esqueci de dizer que o transfer também é incluso, então basta sair do aeroporto e dirigir-se para a sua van ou ônibus que lhe deixara no seu hotel-resort-acomodação-studio.

Optamos pelo Alexandra Beach Hotel, um resort em frente a praia de Tsilivi em Zakynthos. Quando olhamos as fotos pela internet já viamos que o hotel era bem próximo a praia e quando chegamos tivemos a grata surpresa de que era bem mais próximo ainda. Academia, piscina, mesas de bilhar, bar, night club, restaurante, loja de conveniência/souvenir e nenhum problema com staff.

Em destaque: Noite grega toda segunda-feira…

A praia em si é muito bonita, mas para quem não está acostumado com as pedrinhas na beira vai achar ruim, mas basta caminhar alguns metros e depois só areia !!! O que eu particularmente gostei muito das praias em Zakynthos é que elas são muito limpas, aguas cristalinas e a maioria delas você pode caminhar 100 metros adentro do mar que ainda é raso o suficiente para quem não sabe nadar, não tem ondas e é possível enxergar seu pé dentro da água, um verdadeiro piscinão!

Como diria meu amigo Adilson : Vida de bacana!

Chegamos no sábado a tarde e tiramos o resto do dia para aproveitar por ali mesmo, no domingo descobrimos que a praia bem em frente ao nosso hotel não era a melhor, bastava caminhar uns 500 metros logo ali atras daquela montanha se encontrava uma praia sem pedrinha alguma, um alívio para os nosso pés, hahaha.

Bom mas chega por enquanto, no próximo post conto como foi nosso passeio de cruzeiro ao redor da ilha, com a parada na famosa praia Shipwreck, nossa experiência de natação com colete salva-vidas… rsrsrs

Abraços a todos e fiquem com as fotos!!!

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Grécia – Zakynthos

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que tudo bem ! Sei que estou há um longo tempo sem efetuar nenhum post mas ainda estou aqui firme e forte em terras irlandesas !!! As coisas tornam-se rotineiras e falta “assunto” para vir aqui e escrever sobre o que acontece conosco na ilha esmeralda. Na verdade muitas coisas seriam novidades para maioria dos leitores mas para mim é algo que já se tornou comum, mas ainda vou tentar trazer novidades antes de voltar para o Brasil.

Bom a bola da vez é a Grécia pela qual estivemos desfrutando de legítimas e merecidas férias por uma semana ! Afinal após exato um ano de trabalho contínuo esta é apenas minha segunda semana de férias, a primeira foi no começo do ano, em pleno inverno onde estivemos visitando a Alemanha, como vocês já puderam acompanhar aqui no blog, aliás esse blog já não deveria mais se chamar VidalemDublin e sim VidalnaEuropa ou VidalpeloMundo, quem sabe não é a hora de uma mudança?

Mas só para começar acho que vou dividir em vários posts, porque tenho muitas coisas para compartilhar com vocês que viajam conosco através do blog e que um dia vão poder contar a mesma história que eu só que com vossos próprios olhos…

Praia Tsilivi – Zakynthos – Grécia
Ficamos hospedados nessa praia em um resort chamado Alexandra Beach Hotel, valeu cada centavo

Nossa viagem para Grécia em maior parte era um sonho da minha esposa-namorada-companheira Ivana que vocês já devem ter percebidos é a minha “modelo” durante as nossas aventuras pelo mundo afora, não que eu não tivesse vontade de conhecer mas não estava em primeiro lugar. Eu estava errado e digo isso com a boca cheia, viajamos por uma semana e foi pouco ! E para aqueles que vão perguntar, mas vocês ficaram só em Zakynthos?! Uma semana é suficiente e duas é o ideal!  O lugar tem diversas praias com aguas azuis cristalinas, turquesa, verde, só de relembrar já ficamos com tristeza ! Passeios de barco, tartarugas, golfinhos, safari, banana boat, mais ilhas menores, cavernas, montanhas…

Praia de Marathonisi – Zakynthos – Grécia
Um dos últimos dias do nosso passeio

Como esse vai ser apenas um post introdutório, posso dizer de antemão…

– Tudo que você vir nas fotos sobre Zakynthos, esqueça ! É tudo mais bonito ao vivo e à cores;

– A Grécia todo em si é muito quente no verão, prepare-se para um calor de rachar e mesmo a noite as temperaturas ficam na casa dos 23-27 graus;

– Irlandeses, Ingleses, Alemães, Italianos, Russos, Servos são a grande maioria de turistas na ilha;

– O local é totalmente voltado ao turismo, funcionando literalmente de março a outubro, após essa época restaurantes, mini-mercados, pubs deixam de funcionar e voltam suas atividades no ano seguinte.

– A comida grega é excelente, comida farta, salada grega é ótima, queijo feta também, mas para aqueles que não gostam de experimentar algo diferente há diversos restaurantes com comida italiana, inglesa, mexicana, indiana. Até McDonalds e KFC tem na ilha.E o melhor de tudo a comida é barata !!!

– Há falsificação de tudo, Louis Vitton, Gucci, Ray Ban, Prada.. HAVAIANAS !!! Relógios, bolsas, chinelos, bermudas, camisetas;

– Topless é praticado.. dessa eu não sabia!

– Dá pra dirigir sem carteira de motorista, sem capacete, eles fazem de tudo para agradar aos turistas !! rs!

São tantas coisas que não consigo lembrar de tudo mas a partir do próximo post comento como foi a viagem, o que fizemos nos primeiros dois dias e muito  mais fotos…

Shipwreck Beach ou Navaggio Beach – tradução livre Praia do Naufrágio, motivo pelo qual diversos turistas vão visitar Zakynthos, realmente um dos lugares mais bonitos do mundo.

Abraços e até a próxima.