Just another Brazilian Student in Ireland

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Oslo – Noruega – Part I

Olá pessoal, como vocês estão? Espero que bem, pois a jornada continua. Aqueles que acompanham o blog devem saber(ou não) que neste último “feriadão” aqui na Irlanda, aproveitamos para ir viajar e o destino escolhido havia sido Oslo, capital da Noruega. Passamos 3 dias por lá e voltamos com muitas fotos, assustados com os preços praticados naquele país mas felizes por termos visto e admirado tantas coisas interessantes.

Nossa viagem começou na manha de sábado, novamente viajando com Ryanair, pagamos a bagatela de 30 euros ida e volta por pessoa. 1h40 e minutos depois desembarcamos no aeroporto de Rygge que fica a 60 km da capital Oslo. O fato ‘curioso’ ficou com o pouso que, pois o vôo foi tranquilo, não sei se a pista é problemática ou o piloto que fez algo errado, mas pousamos rápido demais e foi aquele alvoroço em todas as línguas, acredito que todos estavam comentando do mesmo assunto, ainda bem que foi só um susto, Ufa! Saindo do aeroporto até Oslo levou cerca de 50 minutos e o ônibus nos deixou na rodoviária, o desafio agora era encontrar o nosso hostel com as placas em norueguês. Tendo em vista que Oslo disponibiliza uma vasta quantidade de transportes e pelo que pareceu todos de excelente qualidade( mas só descobrimos isso no segundo dia), fomos apé, Há!!

Chegando no hostel a boa notícia foi que não íamos ficar no hostel(albergue) e sim no hotel, deixamos as mochilas no quarto e fomos andar pelo centro da cidade e procurar algo para comer pois estávamos MORRENDO de fome ! Andando um pouco pelas ruas de Oslo dá para se perceber que há bastante imigrantes, em sua maioria africanos ou indianos e justamente eles que trabalham nos comércios( alguma semelhança com Dublin é mera coincidência, hum?!). Após andarmos e andarmos e fotografarmos e ficarmos com mais fome ainda, eis que decidimos optar pelo Subway pela bagatela de 210 kronas norueguesas, ou melhor quase 30 euros, ou melhor ainda 65 reais +- por um lanche !!! É ou não é à toa que são um dos países mais ricos do mundo?

O povo norueguês parece ser bem solícito, sério e  educados. Inglês não é problema visto que em nenhum lugar deixamos de ser atendidos por não falar a língua deles.Bom mas deixa eu colocar um pouco de informação sobre Oslo para vocês:

Oslo (antiga Christiania ou Kristiania) é a capital e maior cidade da Noruega. Localiza-se no sudeste do país e detém estatuto de comuna e condado simultaneamente. Fundada por 1048 pelo Rei Harald III “Hardrada” da Noruega, a cidade foi imensamente destruída por um incêndio em 1624. O rei dano-norueguês Chirstian IV reconstruiu a cidade, com o nome de Cristiânia, entre 1624 e 1924.É o centro cultural, científico, econômico e governamental da Noruega. Tem sua atenção voltada para negociações, bancos, indústrias e navegações. É também um importante centro para indústrias marítimas e tratados marítimos na Europa.Em 2010, a área metropolitana de Oslo alcançou a população de 1,422,422 habitantes, dos quais 907,288 vivem nas áreas de conurbação. A população atualmente cresce numa proporção de 2% ao ano, tornando Oslo a capital européia com maior crescimento anual. Deve-se lembrar também que 25% da população é formada por imigrantes. Em 2009, Oslo teve seu status alterado para a cidade mais cara do mundo.

No primeiro dia nosso em Oslo já ficamos animados para o que nos esperava, caminhamos pela rua principal chamada Karl Johan Gate, que é onde ficam os principais prédios do governo, O Palácio Real, a Galeria Nacional de Arte e o Teatro Nacional e também se concentram todos os meios de transporte, bonde, metro, ônibus e trem.Por volta das 7 da noite retornamos ao hotel para descansarmos e ficarmos preparados para o domingo pois tinhamos muitas coisas a ver. Continuo no próximo capítulo, fiquem com as fotos !!!

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Escócia – Part I – Glasgow

Olá pessoal leitor do vidalemdublin! Como estão vocês? Espero que bem ! Pois bem deixei o blog sem atualizar por alguns dias por um bom motivo, não não ainda não é emprego, mas sim pela viagem que eu e a Ivana fizemos à Escócia. Decidi por dividir em duas ou mais partes para que não fique uma leitura cansativa e também para eu poder organizar minha idéias.

Então nesse último domingo dia 5 e segunda dia 6 de junho, estivemos na Escócia visitando as cidades de Glasgow e Edimburgo, já esperávamos muito de Edimburgo principalmente, e realmente é inexplicável, e Glasgow não ficou atrás. Vale muito à pena, queria que todos vocês tivessem a mesma oportunidade que tive.

Desde maio passado já haviamos comprado as passagens para Glasgow-Prestwick na Escócia pela Ryaiair, que é uma companhia aérea irlandesa que opera vôos de baixo custo ( LEIA-SE BARATO PRA CHUCHU)  entre várias cidades européias. Quando eu digo barato, é porque você paga 10 euros por destino, ida e volta 20 euros,  por pessoa ! Mas nem tudo é perfeito, normalmente a Ryanair te deixa em aeroportos mais afastados das principais cidade, mas nada que estrague o seu passeio. Sinceramente não sei como eles conseguem manter os custos operacionais e ainda obter lucro, mas se eles conseguem, tá aí o exemplo. Tudo bem que o check-in é feito online, bagagem somente de mão e nada de serviço de bordo. Qualquer solicitação extra é cobrado. Os comissários de bordo passam a todo momento no vôo oferecendo desde água, café, cigarro, produtos de beleza e bilhete da loteria, mas pelo preço vale a pena e o importante é chegar são e salvo, não é mesmo?

Outra coisa que fizemos e que recomendamos é deixar reservado algum hostel/hotel para que a “preocupação” seja apenas apreciar o passeio, os pontos turísticos e a beleza do lugar. Nós optamos pelo Caledonian Backpackers, sugerido por amigos que já se hospedaram e não nos arrependemos. Mas depois eu comento um pouco mais sobre isso, afinal foi em Edimburgo.

A viagem:  Glasgow fica a menos de 400 km de Dublin então o vôo é bem rápido, sinceramente acho que gasta-se mais tempo com carimbo em passaporte, checagem de bagagens e embarque de passageiros do que com o vôo em si, rs ! Brincadeiras à parte, ou não, chegamos à Escócia pelo aeroporto Internacional de Glasgow, que apesar do nome Internacional, é pequeno e fica a 51 km de Glasgow, como eu disse, Nem tudo é perfeito. Mas o aeroporto é servido por trens e ônibus e para nossa alegria com o ticket do avião a gente pagou só meia passagem para ir até Glasgow, então ficou 7.50 pounds para nós dois. Viajar de trem é muito bom, uma pena que no Brasil não houve investimento na continuidade da malha ferroviária.

Aeroporto de Prestwick

Scottish Rail - Trem escôces

Estação de trem no interior da Escócia - Troon

Bilhete de trem

Chegamos na estação Glasgow Central, e logo que saímos de lá já nos deparamos com a arquitetura indescritível da estação ferroviária que foi fundada em 1879 e é a segunda mais movimentada perdendo apenas pra Londres. Fonte: wikipedia.

Ivana na estação de trem Glasgow Central

Estação de trem em Glasgow

Ivana em frente a estação Glasgow Central

Ficamos logo abobados com os prédios, sempre muito detalhados, alguns mais recentes outros mais antigos mas de alguma forma todos parecendo ter alguma história por contar. Reis, rainhas, batalhas, guerras, conquistas ou talvez apenas mais uma obra ,ahn, acho que não! Depois de alguns passos sem rumo encontramos um mapa(placa) e logo definimos alguns lugares a conhecer. Fomos em direção a George Square, em homenagem à George III e palco de shows, eventos, manifestações, paradas, encontros políticos e celebrações.

Arquitetura dos prédios em Glasgow

Arquitetura dos prédios em Glasgow

Após mais algumas fotos fomos abordados por um dos guias turísticos do Glasgow City Tour, um ônibus que double-decker( dois andares ) que leva os turistas aos pontos turísticos mais visitados da cidade com um guia contando um pouco de cada lugar. Como não tinhamos noção de quais lugares visitar e pelo fato de querermos ter uma idéia da cidade optamos por pegar este ônibus. São 9 libras por cabeça e você tem direito a pegar o ônibus quantas vezes quiser, o ticket é válido por 4 dias, mas sinceramente se eu tivesse ido para ficar 4 dias com certeza não teria feito esta opção. Os principais pontos turísticos de Glasgow ficam em um raio de 20-25 minutos andando, com exceção da zona leste da cidade que talvez demore um pouco mais. Enfim, pode ou não valer a pena dependendo do tempo que você possui, grana, vontade, etc.

George Square - Glasgow

Glasgow City Tour Bus ( No ônibus turístico)

Uma vez no ônibus aproveitamos para tirar mais algumas fotos e contemplar a beleza do local, passamos pelo Gallery of Modern Art( Galeria de arte moderna) , Glasgow Cathedral, St Mungo Museum of Religious Life and Art( St Mungo Museu de Arte e Vida Religiosa), Glasgow Necropolis ( Cidade dos Mortos), Merchant Square, Glasgow Science Centre, Clyde Arc ( uma ponte na forma de um arco que passa sobre o rio  Clyde), Scottish Exhibition and Conference Centre ( parecido com o Opera House de Sydney – Australia, só não diga isso para um australiano), Riverside Museum, Botanic Gardens( Jardim Botânico), KelvingGrove Art Gallery & Museum outras ruas com prédios da arquitetura local que em sua maioria é estilo victorian, o que vocês vão notar nas fotos que seguem abaixo.

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O famoso prato escôces "haggis" acompanhados de neeps and tatties

Depois do tour pela cidade, era hora de comer alguma coisa e já era por volta de 2 horas da tarde e o nosso estômago já estava roncando, sendo assim, uma vez na Escócia se faz necessário provar o prato típico que é chamado “haggis”  e consiste das víscera da ovelha, entre outros, coração, pulmão, figado todos muito bem cozidos e temperados com cebola,pimenta, sal, banha, suco de limão e grãos de aveia tostado, dentro do estômago da própria ovelha.Depois faz pequenas os grandes bolas de “haggis” e serve-se frito( acredito eu ), pois como vocês vão repara logo abaixo tem a aparência de um hamburguer. O “haggis” é servido com nipps and tatties(escôces para nabo e batata ), basicamente um purê. A Ivana por sua vez foi mais prudente e optou por macarrão com queijo e tomate que acompanha um pão de alho delicioso por sinal. O prato em si não é ruim, mas também não é algo que eu comeria com deleite. Mas por se tratar de uma ocasião especial, vale à pena. Pra beber pedi uma cerveja Ales e a Ivana pegou o típico refrigerante escocês “Irn Bru”, que pode ser descrita como muito doce e com gosto de tutti-frutti. O mais interessante é que a Escócia é o único ou um dos únicos países em que a coca-cola não é a bebida mais vendida( não alcóolica é claro ), Irn Bru está em primeiro lugar no gosto dos escoceses.

Ivana tomando sua "Irn Bru"

Yay!

Bom pessoal essa foi a primeira parte da nossa aventura por terras escocesas, amanha serei mais breve e colocarei mais fotos com o restante do nosso passeio por Glasgow. Espero que gostem, e comentem também ! Abraços a todos e até a próxima.